segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Feliz 2013!!!

Nossa mesa de Reveillon aqui em casa:
Decidimos passar a dois e preparei uma mesa da sorte, da fortuna e bons fluidos, com tudo de direito: lentilha, folhas de louro, pimentas, sal grosso, dinheiro, romãs, uvas e um kit contra mau olhado. Afinal, 2013 será o Ano da Felicidade, vamos garantir desde já, certo?

E para finalizar 2012:
Aproveitem a dica, dois drinks deliciosos para comemorar a entrada de 2013!
Drink da Sorte

Com romãs e cítricos esse drink delicioso e especial pode ser feito para colorir e promover muita sorte no Ano Novo:
Ingredientes (para 2) 
- 4 ml de suco de romã 
- 50 ml de licor de laranja 
- 240 ml de Prosecco
- 15 sementes de romã
- fatias de laranja
- açúcar cristal colorido
Preparo
Coloque fatias de romã aberta e cortadas em lâminas em uma tigela e cubra com água fria. Com as mãos na água, gentilmente libere as sementes da polpa do fruto.
Passe uma rodela de laranja ao longo da borda de seus copos e, virando-os de cabeça para baixo, pressione no açúcar colorido que deve estar espalhado em um pratinho. Coloque 2 ml de suco de romã em cada copo. Adicione quantidades iguais de licor de laranja em cada copo. Agite, em seguida, verta o prosecco sobre a mistura. Cubra com sementes de romã e sirva imediatamente com uma rodela de laranja para enfeitar.
fonte: http://www.brit.co/



Bellini

http://oglobo.globo.com - taça exclusiva do restaurante Clos de Tapas -
foto: Bruno Agostini










Ingredientes
1 parte de suco de pêssego
3 partes de prosecco 
1 colher de cherry, ou grenadine, ou licor de cereja
Preparo
Coloque o prosecco, complete com o suco de pêssego e mais ou menos um dedo de cherry para dar o tom rosado.


domingo, 30 de dezembro de 2012

Mesas Decoradas

Mais uma vez, mil ideias para a montagem de mesas. Que tal aproveitar algumas delas para o seu Reveillon?
Mesa montada para o 5º Encontro da Confraria do Sabor - 24/11/2012, todinha em verde e azul com toalha e pratos brancos.
Detalhe da mesa - 5º Encontro da Confraria do Sabor
Mesa para 12 pessoas - 6º Encontro da Confraria do Sabor - 08/12/2012, todinha em vermelho e branco
Mesa para 08 pessoas - 6º Encontro da Confraria do Sabor - 08/12/2012, todinha em verde e branco
Mesa montada para o 7º Encontro da Confraria do Sabor - 22/12/2012 - Jogos americanos e centro de mesa com anjos, sousplat e guardanapos pretos, copos para água verdes, pratos brancos.
Detalhes - 7º Encontro da Confraria do Sabor - 22/12/2012
Mesa montada para o Natal 2012 - sousplat vermelho, pratos com florzinhas vermelhas e verdes, copos para água vermelhos e verdes.
Detalhe do Arranjo de Mesa - buquê de antúrios vermelhos em tela verde e fita vermelha, sobre bandeja de prata.
Idéias para Reveillon - Casa e Jardim - Forminhas com Lentilhas e velas, Lugares marcados com a inicial dos nomes, velas flutuantes.





quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Terrina de Tomate

Depois de uma longa semana sem nenhuma novidade no blog... Aqui estou, de volta!!! Muita correria, muito trabalho, muitos eventos, muitos jantares!!!
Então, para refrescar, aqui vai uma receita que tenho há muitos anos nos meus guardados, deliciosamente surpreendente! Preparei no jantar de sábado, dia 21 e pode ser servida nas festas. É linda, fresca, decorativa e deliciosa!
Ingredientes:
20 tomates pequenos maduros e firmes
3 xícaras de caldo de legumes
1/3 de xícara de vinagre de framboesa ou cidra
2 dentes de alho picadinhos
2 ramos de tomilho
1 pitada de sal
1/2 colher de chá de pimenta-do-reino
2 envelopes de gelatina sem sabor vermelha ou incolor
4 colheres de sopa de água
Para o Molho:
2 colheres de sopa de vinagre
1 dente de alho 
1/2 xícara de azeite
1 colher de chá de sal
1 pitada de pimenta-do-reino
Para Decorar:
12 tomatinhos grape ou cereja
Folhinhas de tomilho, manjericão etc
Fatias finas de mussarela de búfala
Preparo:
Forre com filme plástico uma forma de bolo inglês de 7cm x 11cm x 28cm e reserve.
Com uma faca, faça um corte em cruz superficial no lado oposto ao cabinho dos tomates. Numa panela grande, em fogo alto, ferva 3 l de água. Aos poucos, mergulhe os tomates nessa água fervente por 30 segundos. retire com uma escumadeira e coloque numa bacia grande com água gelada. Com uma faquinha, remova a pele dos tomates, puxando pelo lado do corte. Corte os tomates ao meio e, com a mão, esprema para retirar as sementes. Corte cada metade dos tomates ao meio, novamente. Polvilhe os tomates com sal, coloque em um escorredor e deixe descansar por uma hora. Enxugue os pedaços de tomate com papel-toalha e separe 10 pedaços para o molho.
Numa panela média, em fogo alto, ferva o caldo de galinha com o vinagre, o alho, o tomilho, o sal, a pimenta-do-reino até reduzir ligeiramente (cerca de 5 minutos). Tire do fogo e reserve.
Polvilhe a gelatina em pó com as 4 colheres de água e deixe descansar por 3 minutinhos. Acrescente ao caldo reservado e misture bem até dissolver. Passe o caldo por uma peneira fina e deixe esfriar.
Cubra o fundo da forma com uma camada do caldo (1 cm) e leve para gelar por cerca de 5 minutinhos. Retire da geladeira e sobre o caldo, já firme, distribua fatias de tomate por toda a forma, formando uma camada e cubra com mais caldo reservado. Leve novamente para gelar. Continue formando camadas de tomate e regando com o caldo até encher a forma. Cubra com filme plástico e leve para gelar por cerca de 6 horas.
Prepare o Molho:
No liquidificador, junte todos os ingredientes, mais os tomates reservados e bata até obter um molho homogêneo. Passe para uma molheira.
Desenforme a terrina numa travessa, retire o filme plástico, disponha as fatias de mussarela, as ervas, os tomatinhos e sirva acompanhada do molho.
Obs: Usei a gelatina vermelha porque queria dar o tom de Natal, mas com a gelatina incolor fica linda e dá para ver as camadas de tomates com mais definição.


terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Feliz Natal!


Meu cartão de Natal!
Aos meus Visitantes e Seguidores, com muito Carinho!
Simone

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Sorvete de Queijo


Ingredientes:
250 ml de leite
250 ml de creme de leite fresco
4 gemas
60 g de glicose
60 g de açúcar
1 colher (chá) de gelatina em pó incolor e sem sabor
300 g de queijo minas fresco ou meia-cura sem sal ralado grosseiramente
Preparo:
Ferver 200 ml de leite com o creme de leite, metade do açúcar e a glicose.
Numa tigelinha, bater as gemas, juntar o leite e o açúcar restantes e mexer bem. Temperar essa mistura com a mistura de leite fervente. Retornar ao fogo (as duas misturas bem dissolvidas) e cozinhar até formar um creme leve. Hidrate a gelatina em tigela refratária com 3 col. (sopa) de água e dissolva-a em banho-maria. Junte ao creme e resfrie sobre uma bacia com gelo.
Coloque o creme e a gelatina resfriados, no liquidificador, bata e vá acrescentando o queijo até formar uma mistura homogênea. Leve à geladeira para resfriar por uma ou duas horas e bata na sorveteira, leve ao freezer e bata novamente na hora de servir.
Obs: Caso não tenha sorveteira, use a batedeira e bata por 10 minutos. Leve ao congelador por 2 horas e bata novamente mais duas ou três vezes a cada 30 minutos. 

Sirva com:   Goiabada Cascão ou cremosa
                    Doce de Leite
                    Marmelada
                    Doce de Abóbora etc, etc, etc...


segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Ragu de Pernil


Sobrou? Aproveite para preparar um delicioso ragu!

Ingredientes:
500 g de aparas (sobras) de pernil assado
1 xícara de vinho branco seco
900 g de polpa de tomate
100 ml. de caldo de frango ou legumes
1 cebola picadinha
50 ml de azeite de oliva
Sal, pimenta-do-reino e páprica a gosto
Preparo:
Em uma frigideira grande coloque a cebola e o azeite, refogue por alguns minutos até a cebola ficar transparente.
Junte o molho de tomates e o vinho branco. Cozinhe por alguns minutos até reduzir um pouco o alcool.
Adicione o pernil, o caldo de frango ou legumes, a páprica e ajuste o sal com a pimenta. Deixe no fogo para os sabores se mesclarem por cerca de 20 a 30 minutos.
Sirva sobre polenta mole, arroz branco ou massas.
Dicas:
- Substitua o molho de tomates e cebolas por funghi seco.
- Refogue o pernil e cozinhe-o em caldo de carne com 1 xícara de vinho. A seguir, substitua o molho de tomates por cogumelos fatiados que devem ser colocados no final do cozimento.

domingo, 16 de dezembro de 2012

Farofa de Castanha


Essa é uma receita que tenho há bastante tempo, (acho que da Helena Rizzo e de D.Redondo) e uso todos os anos para acompanhar as carnes de festas. Já misturei farinha de rosca, já eliminei a salsinha e fiz outras variações de acordo com o paladar da "clientela" ou o tipo de carne, e sempre, sempre fica muito boa mesmo, além de muiiitoooo fácil!!!
Ingredientes:
100g de farinha de mandioca
100g de farinha de castanha-do-pará (adquira pronta ou moa as castanhas em casa)
40g de manteiga
Sal a gosto
Pimenta-do-reino a gosto
5g de salsinha finamente picada
Raspas de 1 limão
Preparo:
Numa frigideira, doure as duas farinhas com a manteiga. Tempere com sal e pimenta-do-reino, acrescente a salsinha picada e as raspas de limão.


quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Mousse de Pepino


A mesa de Natal fica realmente linda com essas entradas nas cores da festa: vermelho, verde, branco...É só procurar aqui mesmo no blog.
E o sabores? M A R A V I L H O S O S!!!
Essa mousse de pepino é fresca, levemente adocicada e extremamente saborosa!!! Experimente!
Ingredientes:
2 xícaras de chá de pepino japonês fatiado
2 pacotes de gelatina de limão
500 ml de água quente
1 xícara de chá de maionese
1 lata de creme de leite
Suco de 1 limão pequeno
1 cebola grande picada
Sal e pimenta-do-reino a gosto
Preparo:
Desmanche as gelatinas na água quente. Coloque o limão, a maionese, o creme de leite, o sal, o pepino e a cebola no liquidificador e bata. Acrescente a gelatina dissolvida e bata novamente. Coloque em forma de buraco no meio ou de bolo inglês, ou ainda, em forminhas individuais untadas de azeite e leve à geladeira por no mínimo 6 horas. Desenforme na hora de servir e decore a gosto.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Mousse de Frios


Essa receita de sabor intenso é ótima com uma salada de folhas ou torradas, além de linda e muito decorativa!

Ingredientes:
100 g de salame apimentado picado
150 g de presunto picado
1 colher de sopa de mostarda com mel
1 xícara de água fervente
1 pacote de gelatina em pó sem sabor vermelha
1 lata de creme de leite
Preparo:
Hidratar a gelatina e dissolvê-la em banho-maria. Bater todos os ingredientes no liquidificador. Molhar uma forma de buraco no meio ou de bolo inglês, untar com óleo ou azeite e colocar a mousse batida. Fechar com filme e levar à geladeira por no mínimo 6 horas. Desenformar na hora de servir e decorar a gosto.
Uma questão de gosto: Você pode usar somente presunto, somente salame ou parma, etc.


quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

O Encontro de Final de Ano da Confraria dos Prazeres


Mais um encontro com o pessoal do vinho e o último do ano, aqui em casa. Escolhemos pratos brasileiros e fizemos a harmonização com os seguintes vinhos:
O Prosecco Ca'Bolani para aperitivar - Descrição:
Limpa, brilhante e borbulhante. Aromas de limão bolo e creme. Deliciosamente leve, limpo e fresco na boca, sabores sutis nítidas, mousse estendida e um bom acabamento.
Bogle Chardonnay para a casquinha - Descrição:
Região: California
Vinhedos: Clarksburg & Monterey
Fermentação: 50% barricas americanas e envelhecimento sob sur-lies
Envelhecimento: 9 meses em barricas de carvalho americanas
Alcool: 13.5%
Aromas de maçãs verdes e peras maduras. Início de boca com notas delicadas de manteiga, terminando com um toque de noz-moscada e especiarias.
O Esteva para o prato principal - Descrição:
País de origem: Portugal
Produtor: Casa Ferreirinha
Tipo de vinho: Tinto
Safra: 2010
Cepa(s): Touriga Franca, Tinta Roriz, Touriga Nacional
Temperatura de serviço: 16°
Teor alcoólico: 12,5%
Produzido com castas tradicionais do Douro, é um vinho jovem , rico em aromas de frutas com toques florais. Segundo Robert Parker, mostra boa profundidade para sua faixa de preço.


Mesa Principal - 12 lugares com toalha de linho branca, sousplat vermelho, pratos brancos, guardanapos variados em vermelho e branco, talheres de prata, copos para água vermelhos. Para o centro de mesa, apenas velas.
Mesa lateral - 6 lugares com toalha de linho branca, sousplat prata, pratos brancos com detalhes de mini-flores em vermelho, guardanapos lisos e listrados de vermelho, porta-guardanapos de prata, talheres de prata, copos para água vermelhos. Para o centro de mesa, pequena bandeja de prata com velas.
Mesa lateral - 8 lugares com toalha de linho branca, jogo americano de palhinha verde fazendo o papel de sousplat, pratos iguais aos da mesa lateral de 6 lugares, guardanapos verdes, porta-guardanapos dourados, talheres em prata com detalhes dourados, copos para água verdes. Para o centro de mesa pequena bandeja de louça dourada com velas.
Aqui, detalhes dos suportes de velas para as mesas e o cantinho do café com petit-fours.

Cardápio:
Tema: Brasil
Para Aperitivar: Mix de Frutas Secas, Tomatinhos, Mussarela de Búfala e Azeitonas sobre Cama de Alecrim
Mini-Cuscuz (receita)
Entrada: Casquinha de Siri (receita)
Prato Principal: Caldeirada de Bacalhau e Arroz Branco (receita)
Sobremesa: Sorbet de Goiaba com Goiabada prensada em Xerém de Castanha (receita)
Para o Café: Petit-fours de Castanha-do-Pará e Cupuaçu




sábado, 1 de dezembro de 2012

Óleo de Urucum

http://www.asplantasmedicinais.com
A árvore de urucum é nativa da América do Sul e Caribe, cresce cerca de 9 metros, e produz flores rosa-pink e branco às vezes. O urucum é cultivado por suas sementes a partir da qual temos um colorifico de alimento.
O urucum é usado na indústria de cosméticos, bem como na indústria alimentar e tem sido tradicionalmente usado como batom, rouge e para fazer a marca sandour hindu das mulheres na Índia.
A polpa da fruta, que abrange as sementes tem sido usada como um repelente de insetos e quando esfregado sobre a pele ajuda a combater espinhas e outras erupções. A polpa, folhas e sementes foram usadas na medicina tradicional durante séculos para curar uma série de doenças. A infusão das folhas pode aliviar queimaduras e promover a cicatrização de feridas. Também é um diurético e pode também ajudar na digestão. No Brasil a infusão é usada para a azia, e os problemas da próstata, bem como um anti-séptico vaginal.
Na medicina tribal, o urucum é usado como afrodisíaco e como um laxante suave, ele pode pode reduzir a inflamação e protege o fígado.
Acredita-se que as sementes de urucum são expectorantes de modo que podem limpar catarro e mucosas e as raízes da árvore auxiliam como supressor da tosse.
Urucum contém vitaminas C e E, ​​assim como algumas vitaminas do complexo B, aminoácidos, minerais como ferro, cálcio e fósforo e beta-caroteno. Sementes de urucum também contêm tocotrienóis, que são potentes antioxidantes com habilidades de diminuir o colesterol, e que também tem uma ação neuro-protetora. Fonte:http://www.asplantasmedicinais.com
O Urucum (veja aqui) dá cor aos pratos e é consumido de duas formas: em pó ou líquido, na forma de óleo obtido através das sementes. 
Aprenda aqui, como fazer:
Ingredientes:
1 xícara de óleo comum
1/4 de xícara de sementes de urucum
Preparo:
numa panelinha, junte o óleo às sementes de urucum e leve ao fogo baixo. Quando começar a ferver (formar bolhinhas), aguarde mais um minutinho, desligue e deixe esfriar. Está pronto para ser usado.


sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Caldeirada de Bacalhau

Esse foi o prato que preparei nos dois últimos encontros das confrarias, do "Sabor" e dos "Prazeres" (grupo de vinhos), aqui em casa. É uma delícia!!! Super diferente e a combinação da banana com o bacalhau, simplesmente perfeita!
Ingredientes:
2 folhas de louro
1 k de bacalhau dessalgado
10 dentes de alho picadinhos
2 cebolas grandes picadinhas
4 tomates grandes sem pele e sem sementes picados
1/2 xícara de chá de coentro e salsinha picadinha
1 colher de sopa de óleo de urucum
Suco de 2 limões
5 batatas cozidas e fatiadas
4 bananas-da-terra cortadas em rodelas
1/2 vidro de leite de coco
1 maço de brócolis cozido para decorar
Preparo:
Numa panela, ferva bastante água com 2 folhas de louro. Coloque as postas de bacalhau por alguns minutinhos, retire, escorra e desmanche o bacalhau em lascas, retirando a pele e as espinhas. Reserve a água do bacalhau.
Numa panela, aqueça o azeite com a cebola picada, acrescente o alho picadinho e quando estiver dourando, junte os tomates, as ervas, o óleo de urucum, o suco dos limões e o bacalhau. Refogue por 10 minutos em fogo baixo. Reserve. Fatie as bananas e salteie numa frigideira aquecida com manteiga, dourando dos dois lados. Cozinhe as batatas na água de fervura do bacalhau, que já deve estar fria. Junte então, as fatias de batata, as bananas salteadas e as flores de brócolis cozidas, ao refogado de bacalhau. Cozinhe por 5 minutinhos, deligue o fogo, acrescente o leite de coco e sirva com arroz branco.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Sorbet de Goiaba com Goiabada Cascão em Xerém de Castanha de Caju


Preparei essa sobremesa para o jantar da Confraria dos Prazeres e a Confraria do Sabor. É rápida, deliciosa de um sabor incomparável!
Sorbet de Goiaba
Ingredientes:
175 g de açúcar
150 ml de água
500 g de goiaba descascada e cortada em pedaços
1 clara de ovo ligeiramente batida
Preparo:
Dissolva o açúcar na água e leve ao fogo baixo até ferver e se tornar uma calda rala. Enquanto isso bata as goiabas, formando um purê. Passe pela peneira. Acrescente o purê de goiaba à calda de açúcar. Mexa bem, desligue o fogo e deixe esfriar. Leve ao freezer por 30 minutos. Coloque no processador ou na sorveteira com a clara de ovo ligeiramente batida. Leve novamente ao freezer e na hora de servir, bata novamente.
Goiabada Cascão com Xerém de Castanha de caju
Ingredientes: 
Fatias de goiabada cascão com 2 cm de espessura
Xerém de castanha de caju
Manteiga integral sem sal para fritar a goiabada
Requeijão cremoso (opcional) 
Sorbet de goiaba
Preparo: 
Passe cada fatia da goiabada no xerém de castanha-de-caju, apertando bem
de cada lado.
Numa frigideira, derreta a manteiga e coloque cada fatia de goiabada empanada na castanha. Frite dos dois lados, rapidamente, até a castanha ficar douradinha.
No prato de servir coloque uma colher de requeijão cremoso (opcional), e sobre o requeijão, uma fatia de goiabada frita. 
Sirva acompanhado de sorbet de goiaba. 

Provei essa maravilha em Tiradentes (MG), no restaurante Tragaluz. Imperdível!

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

As Minas Jejê e da Passagem


Para entender um pouco sobre a história da exploração do ouro em MG, é preciso saber um pouco da sua história:

Do século XVI ao século XIX, o tráfico transatlântico trouxe para o Brasil 4 a 5 milhões de falantes africanos extraídos de duas regiões subsaarianas : a região banto, situada ao longo da extensão sul da linha do equador, e a região oeste-africana ou sudanesa, que abrange territórios que vão do Senegal à Nigéria.
A região banto compreende um grupo de 500 línguas muito semelhantes, que são faladas na África sub-equatorial. Entre elas, as de maior número de falantes no Brasil foram três línguas angolanas: quicongo, também falada no Congo, quimbundo e umbundo.
Das línguas oeste-africanas ou sudanesas, seus principais representantes no Brasil foram os povos do grupo ewe-fon provenientes de Gana, Togo e Benim, apelidados pelo tráfico de minas ou jejes, e os iorubás da Nigéria e do Reino de Queto (Ketu), estes últimos na vizinha República do Benim, onde são chamados de nagôs. Ao encontro dessa gente banto já estabelecida nos núcleos coloniais em desenvolvimento, é registrada a presença de povos ewe-fon, cujo contingente foi aumentado em conseqüência da demanda crescente de mão-de-obra escravizada nas minas de ouro e diamantes, então descobertas em Minas Gerais, Goiás e Bahia, simultaneamente com a produção de tabaco na região do Recôncavo baiano.
Sua concentração, no século XVIII foi de tal ordem em Vila Rica que chegou a ser corrente entre a escravaria local um falar de base ewe-fon, registrado em 1731/41 por Antônio da Costa Peixoto, só publicada em 1945, em Lisboa. 
Durante muitas décadas acreditou-se que havia somente línguas do tronco nagô-iorubá, predominantes na Bahia. São muito recentes as descobertas de línguas dialetais africanas de origem banto faladas por comunidades isoladas como a de Tabatinga (MG) e Cafundó (SP), além do crioulo falado em São João da Chapada e da língua mina-jeje falada pelos negros de Ouro Preto no setecentos. Jeje era o nome dado de forma perjurativa pelos yorubás para as pessoas que habitavam o leste.  A palavra JEJE vem do yorubá adjeje que significa estrangeiro, forasteiro.
Os primeiros escravos negros chegaram às minas, logo após a descoberta das primeiras jazidas auríferas, em 1695. Para o trabalho na mineração havia a preferência por um tipo específico de escravo, pelo qual se pagava caro: o negro-mina. Baixo e forte, o negro-mina vinha da região do Congo. Forte para a brutalidade do trabalho e baixo para melhor se mover nos ambientes apertados dos talhos e das galerias das minas, o negro-mina recebia tal denominação por conhecer técnicas rudimentares de mineração, as quais aprendia em sua própria cultura. Os mineradores engenhosamente construíram tetos em arco, para possibilitar a distribuição de peso evitando desabamentos.
Escoltados por tropeiros armados, os negros eram acorrentados uns aos outros e, descalços, eram conduzidos pela Estrada Real até as principais vilas da capitania como São João Del Rei, Vila Rica (Ouro Preto) e o Distrito Diamantino do Tejuco (Diamantina). Em 1876, quando o ouro de aluvião começa a apresentar sinais de exaustão, a Capitania já contava com o incrível número de 174.135 cativos, numa população de total de 362.847 habitantes. Para a maioria dos negros escravos, a situação de vida na sociedade mineradora não foi melhor do que a do nordeste açucareiro. A brutalidade da exploração do escravo, certamente, foi mais grave nos trabalhos de extração aurífera nas lavagens das várzeas e ribeiros e nas escavações das galerias subterrâneas. O negro era obrigado a trabalhar o dia inteiro em ambientes úmidos, frios e, muitas vezes, claustrofóbicos. Devido à desumana condição do serviço, os escravos morriam com cinco ou sete anos de serviço na mineração. Eram comuns as mortes por soterramento, afogamento, asfixia e doenças como silicose, dermatites agudas, pneumonia e tuberculose. Os escravos alimentavam-se basicamente de angu e feijão. Aguardente e tabaco também eram fornecidos a eles, até mesmo para compensar a alimentação deficiente e garantir sua possibilidade de continuar trabalhando.
A população das regiões mineiras (atuais Minas Gerais, Mato Grosso e Goiás) comprava com ouro em pó de várias partes do Brasil aquilo de que necessitava. Do Nordeste vinham gado, couro e farinha de mandioca; do Rio de Janeiro, africanos escravizados e artigos europeus (vidros, louças, tecidos, ferramentas); de São Paulo, milho, trigo, marmelada; do Sul, cavalos, bois, mulas e charque.
Ao mesmo tempo em que incentivava a extração do ouro, a Intendência criava e cobrava pesados impostos: sobre homens livres e escravizados, sobre tecidos, ferramentas, gêneros agrícolas e, é claro, sobre o ouro. O mais importante deles era o quinto (20% de todo o ouro extraído). A cobrança era feita, sobretudo, nas estradas que ligavam Minas Gerais ao Rio de Janeiro, a São Paulo e à Bahia, sempre policiadas por soldados  (dragões do Regimento das Minas). Quanto maior a opressão fiscal, mais a população reagia, praticando o contrabando: escondia ouro entre os dedos dos pés, nos saltos e nas solas das botas, entre doces e salgados que as quitandeiras carregavam em seus tabuleiros, dentro das estátuas de santos (famoso "santo do pau oco"), ou passavam óleo nas éguas para grudar as pepitas de ouro entre os pelos dos animais e depois de passar pela fiscalização, lavavam as éguas com água dos rios para soltar as pepitas, daí o ditado "lavar a égua".
Fontes: Pedro - guia - (31) 85027488
http://www.scielo.br
http://professormarcianodantas.blogspot.com.br
http://historiamaneco.blogspot.com.br
Maior Mina de Ouro aberta a visitação do mundo, a Mina da Passagem guarda
segredos e mistérios que encantam a todos. A descida para as galerias subterrâneas
se faz de modo incomum, através de um trolley, que chega a 315m de extensão e 120m de profundidade, onde se vê um belo lago natural. O cenário do interior da mina impressiona. A temperatura é estável o ano todo, entre 17 a 20º C. Desde a sua fundação no início do século XVIII, foram retiradas aproximadamente 35 toneladas de ouro.
As Minas da Passagem, a cinco minutos de Ouro Preto-MG, em direção a Mariana-MG,
está aberta para a visitação pública às segundas e terças de 9 às 17 horas, e quartas a domingos de 9 às 17:30 horas.
Em 1719 foi fundada a Vila da Passagem, que se encontra entre as duas cidades (Ouro Preto e Mariana). Durante essa época, os mineiros que iam subindo o rio bateando os depósitos aluvionares, descobriram o ouro primário de Passagem. A mão-de-obra era totalmente escrava e acredita-se que em certa época, cerca de 35 mil escravos povoaram as senzalas do Morro Santo Antônio.  Os bandeirantes percorreram os veios d`agua da bacia do Rio Doce, atingiram o Ribeirão do Carmo, no qual localizaram Ouro aluvionar abundante. Subindo o Ribeirão, em típica prospecção por bateia, descobriram em 1719 as jazidas primárias de Passagem. De 1729 à 1756, vários mineiros obtiveram concessões para a exploração das jazidas. Com o passar dos anos, reduziram-se a um único dono. Após sua morte seus herdeiros transferiram a Mina, a 12 de Março de 1819, ao barão W. L. von Eschwege que formou a primeira empresa mineradora do Brasil, sob o nome de Sociedade Mineralógica de Passagem. Depois de muitos anos prósperos, o Barão Eschewege, atraído por novas atividades na siderurgia pioneira, desinteressou-se da mineração do Ouro. 
A Sociedade Mineralógica passou, a 1º de junho de 1859, às mãos do mineiro Inglês Thomas Bawden. Este, depois de trabalhar quatro anos, revendeu-a, a 26 de novembro de 1863, à Thomas Treolar, representante da nova empresa em formação, a "Anglo Brazilian Gold Mining Company Limited", que encampou a Sociedade Mineralógica de Passagem. Em 14 de março de 1883 foi vendida a um sindicato francês, que constituiu a "The Ouro Gold Mines of Brazil Limited". A nova empresa operou com grande sucesso até março de 1927, quando foi vendida ao grupo Ferreira Guimarães, banqueiros de Minas Gerais e transformada, em maio do mesmo ano, na atual Companhia Minas da Passagem. A Companhia operou regularmente até 1954. De então, até 1960 esteve paralizada. Tentativas de reabertura foram infrutíferas. A conjuntura inflacionária, a falta de capital e de espírito mineiro, principalmente, o preço irreal do ouro, fixado em 35 dolares a onça-troy, e finalmente a obrigatoriedade de toda a produção ser vendida ao Banco do Brasil, tornavam a lavra economicamente inviável. De 1967 a 19 de dezembro de 1973, o Grupo da Companhia Anglo Brasileira de Construções adquiriu o controle acionário da Companhia Minas da Passagem, sem ter sucesso nas tentativas, então desordenadas, de desenvolver o empreendimento. Em outubro de 1976, os então acionários majoritários, reconhecendo o insucesso de suas tentativas, retornaram o controle acionário ao Dr. Walter Rodrigues.
Fontes: Pedro - guia - (31) 85027488
 www.minasdapassagem.com.br






segunda-feira, 26 de novembro de 2012

De Ouro Preto para Mariana e Congonhas


O Acaso 85 Scotch Bar e Restaurante funciona em uma casa nobre no Largo do Rosário. você começa a descer no sentido do porão da casa. Belas escadarias de pedra seca fazem o trajeto. Primeiro há uma larga varanda, com balaustrada de madeira trabalhada e uma pequena sineira. Em seguida, o pátio interno, sobre o qual se abre a varanda, tem seixos rolados no chão e um belo chafariz do século XVIII. Você continua a descer mais alguns lances de escada e chega ao scotch bar, com uma lareira imensa, adaptada de antigos fornos, um pequeno chafariz, candelabros e paredes de pedra seca. O pé direito, de 8,5 metros de altura, confere ao ambiente um clima de magia, evocando lendas e histórias de Ouro Preto. O balcão, de um antigo armazém, castiçais, objetos curiosos, obras de arte e artesanato da região completam a cena, aumentando seu charme. Aqui, mais uma vez o famoso pastel de angu (receita na pg do face) e de sobremesa, sorvete de queijo com calda de goiabada.
Largo do Rosário, 85 - Telefax: (31) 3551-2397
http://www.acaso85.com.br
 Oficinas de Arte em Ouro Preto
Gabriel Lopes - escultor/ entalhador
http://escultorgabriellopes.wordpress.com
Fone: (31) 8736 2297 - Ouro Preto

Mariana - A origem da cidade remonta a 1696 quando foi fundado o arraial do Ribeirão do Carmo. Em 1745 tornou-se na primeira cidade de Minas Gerais, com a designação de Mariana, em homenagem à rainha D. Maria Ana de Áustria, esposa do rei D. João V. Na foto: Praça de Minas Gerais, onde se encontram três monumentos históricos da cidade, aqui, a Igreja São Francisco de Assis e Igreja Nossa Senhora do Carmo.
http://jornalvozativa.com
Órgão da Sé de Mariana
Foi construído na primeira década do século XVIII, em Hamburgo (Alemanha), por Arp Schnitger (1648-1719), um dos maiores construtores de órgãos de todos os tempos. O instrumento foi enviado inicialmente a uma Igreja Franciscana em Portugal e chegou ao Brasil em 1753, como presente da coroa portuguesa ao primeiro Bispo de Mariana.
Os Concertos Regulares do Órgão Arp Schnitger acontecem às sextas-feiras, às 11h30, e aos domingos, às 12h15, na Catedral da Sé. Fonte: http://jornalvozativa.com
Tive a oportunidade de apreciar um concerto com Elisa Freixo. 
 Mariana - detalhe das calçadas e degraus de pedra 
Mariana - Localização: 
Belo Horizonte - 110Km        
Rio de Janeiro - 415Km
São Paulo - 700Km  (via São João Del'Rei)
Ouro Preto - 12Km     
 Santuário de Bom Jesus de Matosinhos - Congonhas
    Em 1800, terminada a confecção das 66 estátuas em cedro dos Passos, Aleijadinho iniciou
    as obras no adro. Foram cinco anos de trabalho árduo do mestre, já bastante debilitado pela
    doença, e de seus discípulos. O grupo de 12 profetas em pedra-sabão é o mais famoso
    conjunto de estátuas barrocas do mundo. Fonte: http://www.congonhas.org.br

 Detalhe das colunas em diferentes desenhos.
 Vista de cima das capelas que guardam as 66 imagens dos Passos da Paixão de Cristo.
Na ladeira, o comércio de artesanato local.

Detalhes das imagens de cedro do Líbano que representam a Paixão de Cristo e se encontram nas capelas da ladeira em frente à Igreja de Bom Jesus de Matosinhos e compõem o conjunto arquitetônico formado por uma basílica, um adro com as esculturas de Doze Profetas feitas por Aleijadinho e as seis capelas. 
da Ceia : a capela foi a primeira construída para abrigar as imagens em cedro do Líbano.
Foi a única erguida durante a permanência de Aleijadinho em Congonhas, supõe-se sob
sua orientação.
do Horto : retrata Jesus no Jardim das Oliveiras. Nesta capela está uma obra-prima de
Aleijadinho: o anjo. Simbolizando a aproximação da Paixão, ele traz na mão direita um
cálice com fel a ser bebido.
da Prisão : representa um dos episódios mais conhecidos da Bíblia, o milagre da cura de
Malco, soldado do pontífice máximo de Jerusalém.
da Flagelação e Coroação de Espinhos : após a construção das capelas do Horto e da
Prisão, as obras das demais permaneceram interrompidas por quase meio século, sendo
retomadas em 1864. Todas as estátuas estavam prontas - Aleijadinho faleceu
provavelmente em 1814 - e aguardavam a construção do restante das capelas. Ficou
decidido que em vez de sete seriam erguidas seis capelas, o que acarretou no
congestionamento do quarto Passo, que passou a abrigar dois grupos: Flagelação e
Coroação de Espinhos.
da Subida ao Calvário : retrata um momento do caminho de Cristo para o calvário, o
"Encontro com as filhas de Jerusalém", descrito no Evangelho de São Lucas.
da Crucificação : formado por onze imagens. Neste grupo podemos notar três unidades
cênicas. Fonte:http://www.congonhas.org.br 
       

Congonhas - Localização:
Belo Horizonte = 78 km
Rio de Janeiro = 370 km
São Paulo = 640 km
Ouro Preto = 49 km