quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

21 Ideias inteligentes para tornar a vida mais fácil

Direto da minha prima Chu e da Pat para vocês:

Descasque os morangos usando um canudo.

Esfregando uma noz em seus móveis você irá disfarçar arranhões.

Guarde maçãs cortadas, prendendo-as com um elástico.

Crie uma transportadora de bolinhos fazendo cruzes 
numa tampa de caixa de papelão.

Coloque sua forma de bolos de cabeça para baixo para fazer a massa de cookie.
Depois de prontos, você tem cookies para frutas ou sorvetes.

Asse bolos diretamente nas casquinhas de sorvete, assim será 
muito mais divertido e mais fácil para as crianças comerem.

Suas pipocas de microondas em um simples saco de papel.
Muito mais saudável e mais barato.

Aumente o volume, colocando seu iPhone ou iPod em uma tigela. 
A forma côncava amplifica a música.

Uma forma de bolinhos pode se transformar num ótimo porta-trecos.
Dica: use copos plásticos resistentes.

Criar um jardim vegetariano usando calhas fixadas em paredes.

Use caixas de ovos para separar e armazenar suas decorações de Natal.

Reutilize a embalagem de lenços umedecidos para armazenar os sacos plásticos.

Instale uma vareta para pendurar suas embalagens de limpeza.

Use as "bread tags" para fazer rótulos para os cabos.

Coloque dois fios de arame no teto para armazenar
papéis de presente.

Faça uma revisão em seu armário. 
Coloque as roupas de cama dentro das fronhas.

Para aqueles que não suportam amassados e deformados:
como dobrar perfeitamente um lençol.

Para encontrar pequenos itens perdidos, como brincos, coloque um
pano sobre a mangueira do aspirador.

Use as toucas de banho dos hotéis para guardar seus sapatos usados
em viagens.

Adicione este item a sua bolsa de praia.
O talco limpa a areia de sua pele facilmente.

Congelar Aloe Vera em bandejas de cubo de gelo para alívio de queimaduras solares.

    terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

    Creme Catalão

    Doce típico da região de Catalunha, esta é uma receita da cozinha tradicional espanhola. 
    O creme catalão é o doce emblemático do receituário do império espanhol, que se serve frio e coberto por uma fina camada de caramelo. O único desafio é que o creme fique sem grumos (misture aos poucos o leite frio ao leite quente) e espesso na medida certa (quando cobrir as costas de uma colher, finamente, sem escorrer e sem pesar demais, estará no ponto).
    Ingredientes:
    750 ml de leite
    190 gr de açúcar
    40 gr de fubá ou amido de milho
    1 pedaço pequeno de canela em pau
    1/2 laranja
    1/2 limão
    6 gemas peneiradas
    Preparo:
    Dissolva o fubá em 1/2 copo de leite frio e misture-o ligeiramente com as gemas peneiradas.
    Raspe as cascas do limão e da laranja, coloque as raspas, a canela e o restante do leite numa panela, junte 150 gr de açúcar e deixe ferver. Peneire as raspas, volte à panela e junte a mistura de gemas, leite e fubá. Mexa e mantenha em fogo baixo até a mistura ficar espessa. Distribua em recipientes individuais e deixe esfriar. Cubra a superfície com uma capa fina de açúcar e queime com o maçarico de cozinha, ou leve ao forno com grill até obter uma camada de caramelo crocante. Sirva imediatamente.
    Fonte: Cozinha país a país - Coleção Folha de SP

    segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

    Magret de Pato


    Sábado teve "magret de pato" aqui em casa, com um molhinho de vinho do Porto e risoto de maçã (receita aqui). Hummmmmm, quer melhor?
    Os vinhos eu conto depois, ok?

    "Magret" é o peito do pato que é tradicionalmente engordado para produzir o foie gras e deve ser preparado grelhando primeiro do lado da pele para que a própria gordura penetre na carne e servido mal passado, com a pele bem crocante.


    Ingredientes:
    1 magret de pato
    Sal e pimenta-do-reino moída a gosto
    100 ml de vinho do Porto tinto
    1/2 cebola ralada
    15 ml de manteiga gelada


    Preparo:
    Faça cortes em losango na gordura do magret, sem perfurar a carne. Tempere com sal e pimenta.
    Coloque o magret, com a gordura para baixo em uma frigideira fria. Acenda o fogo e deixe a gordura cozinhar lentamente, até dourar. Quando dourar, retire parte da gordura e vire do outro lado cozinhando por mais alguns minutos. Retire do fogo e reserve em local aquecido.
    Tire o restante da gordura da frigideira, adicione a cebola e coloque o vinho do porto. Reduza o líquido, ajuste os temperos, desligue o fogo e monte o molho com a manteiga gelada (ficará bem brilhante). Fatie o magret e coloque o molho. Sirva a seguir.


    Atenção:
    É importante cozinhar o magret a partir da frigideira fria.
    Para montar molhos com manteiga, esta deve estar gelada e finalize fora do fogo.

    sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

    Salmão com Molho de Maracujá

    Hoje no jantar...
    Perfeita combinação!
    Ingredientes:
    500 gr de salmão
    1 cebola grande fatiada
    Sal e pimenta-do-reino a gosto
    Folhinhas de tomilho fresco (opcional - eu adoro)
    400 gr de polpa de maracujá integral congelada
    2 colheres de sopa de azeite
    1 colher de sopa de açúcar
    1 colher de sopa de manteiga integral sem sal gelada
    Preparo:
    Numa forma forrada com papel alumínio, coloque metade das cebolas fatiadas, o salmão temperado com sal e pimenta-do-reino, a outra metade das cebolas fatiadas por cima do salmão, metade do suco de maracujá e o azeite.
    Feche o alumínio como um envelope e leve para assar em forno preaquecido 200º C, por 15 minutos. Depois abra o envelope, retire parte das cebolas e do caldo que se formou colocando numa panelinha. Reserve. Volte o salmão descoberto ao forno por mais 15 minutos.
    Enquanto isso prepare o molho levando a panelinha ao fogo com o caldo reservado, as cebolas, o restante do molho de maracujá e o açúcar. Reduza pela metade, processe o molho e volte ao fogo até que  toda a espuma. Finalize com a manteiga integral, retirando do fogo e mexendo vigorosamente.
    Divida o salmão ao meio, sirva com o molho de maracujá e purê de batatas.


    Para acompanhar, bebemos um vinho francês: Domaine de Lischetto Chardonnay 2008

    Localizado entre o mar e a montanha, este terroir possui solos com leves inclinações  que possibilitam absorver os primeiros raios de sol da manhã. Um terroir excepcional para um grande vinho.
    Composição: Chardonnay (100%) Safra 2008 Graduação alcoólica 12%. Este vinho tornou-se uma referência entre os vinhos Chardonnay da Córsega. Vinificação:
    Colheita meticulosamente selecionada e fermentação a temperatura baixa. Amadurecimento sur lies fines (borras finas) durante dois meses e engarrafamento precoce, é feito sem passagem por carvalho. Nariz bastante intenso, sem ser enjoativo. Notas de abacaxi, casca de limão e leve amendoado. Textura untuosa, álcool potente, mas bem balanceado pela acidez e corpo. Final agradável com leve herbal. Tem também um toque mineral, (em razão da proximidade do vinhedo com o mar), fresco, elegante e de boa persistência. Acompanha: peixes com molho ou assados, carnes brancas em geral, queijos como o de cabra ou ainda apenas como aperitivo.


    Características da uva chardonnay:
    Livro - Vinho e Comida



    quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

    Um Bom Ano

    http://osindicados.wordpress.com
    Um bom ano (A good year, 2006) marca a primeira reunião do ator com o diretor Riddley Scott desde que eles fizeram o premiado e aclamado Gladiador (2000). O título se refere a uma boa safra de vinho. A bebida serve de pano de fundo para toda a história, a qual foi inspirada no livro de Peter Mayle que, assim como Scott, saiu da publicidade. Os dois se conheceram neste ramo na década de 70, em Londres, e cultivaram a amizade. Enquanto um decidiu virar cineasta, o amigo se aventurou pela literatura. Outro assunto em comum entre os dois é a paixão por Provence, região no sul da França. Foi em um almoço por ali que surgiu a idéia de criar uma história sobre vinhos de garagem, que mesmo sem terem pedigree chegam a ser vendidos por até 45 mil dólares a caixa, conseqüência da sua alta qualidade e baixa produção - o que os tornam raros e por isso caros.
    Quando conhecemos Max (Crowe) ele é um bem sucedido operador da bolsa de valores. Sua ganância, porém, o afastou do seu último parente vivo, o bon vivant Tio Henry (Albert Finney), com quem passava instrutivas e divertidas férias de verão. É por correio que Max recebe a notícia de que seu tio havia morrido e que, como parente mais próximo, ele acabara de herdar seu château e o vignard. Individualista e ganancioso homem de negócios, Max viaja até a França para assinar a papelada e lucrar logo com a venda do local, mas o destino intercede, prendendo-o lá por alguns dias. Longe da correria e do conforto da cidade grande ele vai redescobrindo o valor das coisas simples da vida.

    Título original: (A Good Year)
    Lançamento: 2006 (EUA)
    Direção: Ridley Scott
    Atores:  Freddie Highmore, Albert Finney, Russell Crowe, Rafe Spall, Archie Panjabi, Richard Coyle, Ben Righton, Patrick Kennedy, Ali Rhodes, Daniel Mays, Nila Aalia, Stephen Hudson, Giannina Facio, Tom Hollander

    quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

    O Brunch do Inter

    No sábado, para comemorar o niver do Dato, fomos para o Inter da Al. Santos em São Paulo. E domingo participamos do brunch no hotel. Vocês já sabem que gosto de apreciar uma bela mesa, boa comida e boa apresentação, não é? Pois então, além de sucos variados é servido um espumante bem geladinho. Ostras, salmão defumado, ceviche de polvo, brandade de bacalhau (receita aqui), saladas e pratos orientais, saladas compostas e de folhas, couscous marroquino, fatias de cordeiro, queijos diversos, geléias, terrines (receita aqui) e molhos variados fazem a festa aos olhos e paladar e, na minha opinião, são o ponto forte desse brunch. Quanto aos pratos quentes, são mais comuns e não surpreendem: bacalhau, moqueca (receita aqui), carnes diversas e massas com variadas opções de molhos que são preparadas ali mesmo.



    Já os doces, são lindos e coloridos: mousses de chocolate, limão, manga; macarons, tortas e bolos, panacota (receita aqui) , doces com morangos, bananas e frutas variadas!

    Vale a pena conferir, os mais de 50 itens do cardápio estão divididos entre estações, como nas imagens acima. É no restaurante Tarsila, das 12h às 16h. Ideal para quem quer recarregar as energias ou apenas para degustar pratos saborosos preparados pelo Chef Marcelo Pinheiro


    segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

    O Restaurante Limonn

    O ambiente é elegante, moderno e com ótimo serviço. O bar é integrado à espera do salão e, a famosa adega premiada por três anos consecutivos com a melhor carta do Brasil, está ali, no salão, para ser apreciada. O limoeiro que ali está há mais de 30 anos, foi preservado e dá nome ao restaurante.
    Adega, bar e duas vistas do salão

    Para petiscar, aceitamos como sugestão o Arancini de Mussarela de Búfala com Berinjela e Tomate, simplesmente delicioso! Trata-se de um bolinho de arroz italiano recheado com mussarela de búfala e no risoto, tomates com berinjela. Sugestão aprovadíssima!
     Aqui, como entrada, meu marido optou por uma caprese de berinjela. (18,00)
     E eu escolhi um Involtini de mussarela de búfala recheado com presunto cru, bem gostoso! (18,00)
    Para jantar, o Dato escolheu o Linguini com tiras de filé mignon e cogumelos frescos, aromatizado com tartufo bianco. Veio num papillote de papel manteiga que ao ser aberto, envolveu toda a mesa com o aroma do tartufo... Hummm!!!! Adoro!!! (42,00)
    Eu optei por um lombo de cordeiro em crosta de pistache com risoto de queijo de cabra, muito macio, no ponto certinho. Pena que o delicioso molho era pouco, porque combinou perfeitamente com o risoto. (56,00)
    O Datinho adora sorvete e chocolate, então ele escolheu um brownie de chocolate com castanha-do-pará, calda de nutella, sorvete de creme e coulis de framboesa. Achei um pouquinho doce para o meu gosto. mas era bem bom! (14,00)
    Escolhi um sorvete de paçoca com trouxinha de massa filo recheada com beijinho quente e mel de tartufo bianco. Acho que o mel de tartufo podia ser um pouquinho mais sutil, mas o sorvete de paçoca é divino! Vou tentar fazer por aqui! (14,00)
    Como podem ver, nenhum preço é exorbitante, o ambiente é delicioso e a carta de vinhos muito bem montada, com vinhos chilenos, argentinos, uruguaios, brasileiros, da África do Sul, da Nova Zelândia, Estados Unidos, Austrália, Líbano (com o delicioso Château Kefraya), Portugal, Espanha, Itália e França; mais opções de 1/2 garrafa, 1/4 de garrafa, taças, espumantes, garrafas especiais; enfim, uma verdadeira festa! São poucos rótulos, mas muito bem escolhidos.
    MUITO BOM!!!
    É lá na Rua Manuel Guedes, 545 - São Paulo

    domingo, 19 de fevereiro de 2012

    Quindim



    O quindim é um doce de origem portuguesa à base de gemas, açúcar, manteiga e coco ralado. Assado em forma açucarada adquire um brilho intenso quando desenformado. O quindim tornou-se tão popular no Brasil que não há casa onde não agrade. Eu particularmente A D O R O! Meu marido também e meu amado mestre (dos vinhos) é louco por quindins, não é André? Esse da foto ao lado, foi feito para o jantar de final de ano da confraria, e com ovos caipiras, super amarelinhos... Ainda bem que deu para tirar uma fotinho, ficou meio escurinha, mas - rsrsrsrsrs
    Esses da foto abaixo eu fiz com ovos de granja. Muito mais apagadinhos não é? Se bem que a foto foi tirada à luz do dia...
    Essa receita eu tenho há muitos anos, nem me lembro de onde tirei, enfim, é DIVINA!!!!!!!!!!!!!!


    Vamos aos ingredientes:
    525 gr (3 x. bem cheias) de coco ralado fresco (ou hidratado)
    1/2 k de açúcar refinado
    60 gr de manteiga sem sal derretida e morna
    18 gemas passadas na peneira (quebrá-las com um garfo e peneirar sem mexer - batendo a peneira, de leve na tigela - se mexer cheira a ovo)
    Manteiga para untar as forminhas ou uma forma de buraco no meio
    Açúcar para polvilhar nas forminhas ou na forma grande

    Preparo:
    Numa tigela, junte o coco com o açúcar e mexa com as mãos até "melar". Feche com um filme plástico e leve à geladeira por 4 horas. Após esse período, juntar as gemas peneiradas e a manteiga à mistura de coco com açúcar. Deixe descansar por mais meia hora. Unte as forminhas ou uma forma grande de buraco no meio, com manteiga e açúcar (capriche bem, deixando um bom fundo de açúcar). Encha com a massa até a boca das forminhas (misture sempre a massa antes de encher cada forminha), ou na forma grande. Leve para assar em banho-maria, por cerca de 45 minutos (forno médio).


    sábado, 18 de fevereiro de 2012

    Casquinha de Siri

    Essa receita é fácil, rápida e incrivelmente saborosa. Tenho em casa, casquinhas de vidro refratário fosco, de madreperola, de cerâmica, entre outras que enfeitam graciosamente o prato na hora do serviço.
    Ingredientes:
    1 k de carne de siri
    2 colheres de sopa de azeite
    4 cebolas bem picadinhas
    4 dentes de alho bem picadinhos
    6 tomates sem pele e sem sementes
    1/2 maço de cheiro verde picadinho
    1/2 vidro de azeite de dendê
    1 vidro de leite de coco
    1 pacote de sopa de cebola
    Molho de pimenta (opcional)
    Farinha de rosca para polvilhar (opcional)
    1 xícara de queijo parmesão ralado
    Preparo:
    Refogue, em fogo baixo, a cebola e o alho no azeite até murchar e começar a dourar. Aumente o fogo e junte a carne de siri, os tomates, o cheiro verde cozinhando-os por alguns minutos e até diminuir o caldo que se formou. Acrescente o azeite de dendê, o leite de coco, a sopa de cebola e o molho de pimenta (opcional), mexendo tudo muito bem. Coloque nas casquinhas, polvilhe farinha de rosca (opcional), salpique o queijo parmesão ralado e gratine. Sirva com fatias de limão.

    sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

    Cuscuz

    O cuscuz foi introduzido na culinária brasileira pelos portugueses que por sua vez o conheceram com os berberes. O cuscuz tradicional e o mais popular é feito com milho, mas pode ser também elaborado com mandioca (macaxeira ou aipim), arroz e inhame, depende da tradição da região.
    Na grandiosidade da capital ou na simplicidade do campo, nas mesas populares ou nas mesas de gala, nada representa mais São Paulo do que o cuscuz paulista. Descendente dos índios e dos bandeirantes, o cuscuz chegou aos dias de hoje mais sofisticado na apresentação, mas ainda rústico e delicioso no seu caráter de prato quase quinhentão. A receita que trago aqui, é bastante simplificada, preparada em panela normal, dispensa o cuscuzeiro, mas o sabor é absolutamente delicioso! fonte:
    Aqui em casa uso como entrada, para lanches da tarde acompanhando uma bela salada verde e faço em formas grandes ou individuais (aquelas para empadinha, sabem?)
    Nessa época é fantástico e quebra um galhão! Sempre tenho o molho de tomates pronto em casa, fica fácil, fácil!!!
    Ingredientes:
    (16 porções)
    3 xícaras de farinha de milho em flocos
    6 colheres (sopa) de azeite de oliva
    2 dentes de alho amassados
    1 cebola média bem picada
    1 pimentão vermelho pequeno em cubinhos
    750 ml de molho de tomate
    2 xícaras de caldo de camarões
    500 g de camarões miúdos limpos
    2 latas de filé de sardinha no limão
    1 pacote (200 g ) de ervilha fresca pré-cozida (reserve ½ xícara para decorar)
    ½ xícara de azeitona verde picada
    ½ colher (chá) de louro em pó (ou 1 folha de louro)
    1 xícara de salsa e cebolinha picadas
    3 ovos cozidos e cortados em rodelas (reserve 8 rodelas para decorar)
    Sal e pimenta a gosto
    Para a Decoração:
    10 camarões médios limpos cozidos com a cauda
    ½ xícara de ervilha
    8 rodelas bonitas dos ovos cozidos
    Molho de Camarões:
    500 g de camarões miúdos limpos
    500 ml de molho de tomate
    Salsa e cebolinha picadas a gosto
    Preparo:
    1 – Numa tigela grande despeje a farinha de milho e esfarele com as mãos. Acrescente a metade do azeite formando quase uma pasta.
    2 – Prepare o cuscuz: numa panela grande aquecida, junte duas colheres do azeite de oliva restante, o alho e a cebola, mexendo até a cebola ficar transparente. Acrescente o pimentão, o molho de tomate, o caldo de camarão, as sardinhas e deixe ferver por 3 minutos.
    3 – Adicione a azeitona, o louro, a salsa, a cebolinha, os ovos picados e tempere a gosto com sal e molho de pimenta. Aos poucos e sempre mexendo, junte a farinha, até obter uma massa macia e úmida. Cozinhe essa massa por cerca de 15 minutos. Acrescente os camarões e as ervilhas nos minutinhos finais.
    4 – Unte com azeite de oliva restante o fundo e as laterais de uma forma de buraco no meio com capacidade para 3 litros, decore com os ovos, as ervilhas e camarões.
    5 – Com uma colher, vá distribuindo a massa de cuscuz na forma, com cuidado para não estragar a decoração, até encher toda ela. Aperte levemente com as costas da colher, que deve estar umedecida em água fria, e deixe descansar por cinco minutos.
    Prepare o molho: Numa panela média, leve ao fogo o molho de tomate com o caldo de camarão, tampe a panela e deixe ferver. Junte o camarão e cozinhe por 3 minutos. Retire do fogo, acrescente salsa e cebolinha picadas a gosto e passe para uma molheira. Desenforme o cuscuz e sirva com o molho.

    quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

    Caldas de Açúcar

    Quando se trata de cozinha, o açúcar faz mais do que adoçar. Fervido em água, produz caldas indispensáveis a muitas sobremesas. Caramelado faz a cobertura cor de âmbar e é usado em pralines ou nougatines.
    É super valioso para determinar a temperatura exata de caldas de açúcar, pontos de geléias e doces. A ponta do termômetro deve encostar somente no líquido e não na panela.
    A temperatura atingida quando o açúcar e a água fervem vai determinar seus usos - das caldas finas aos suaves fondants e quebradiços caramelos.
    As duas técnicas para fazer uma calda clara que não açucare é derreter completamente o açúcar antes de ferver o líquido e só então aumentar o fogo. Nunca mexer depois que estiver fervendo.
    Calda Fina: (250 gr de açúcar para 500 ml de água) para saladas de frutas e frutas cozidas
    Calda Média: (250 gr de açúcar para 250 ml de água) para frutas caramelizadas.
    Calda Grossa: (250 gr de açúcar para 225 ml de água) para caramelo (abaixo) e sobremesas geladas.


    Calda fervida de açúcar
    Se a calda de açúcar ficar no fogo, a água vai evaporar e a temperatura vai aumentar, criando caldas cada vez mais grossas. Durante a fervura pincele os lados da panela com água para evitar a formação de cristais (foto acima). Se não tiver termômetro use o dedo: mergulhe-o em água gelada, depois na calda e novamente em água gelada.
    Bala Mole: (116 a 118º C) é o primeiro estágio; a calda conserva a forma mas é macia quando apertada. Para suspiro italiano e glacê de manteiga.
    Bala Dura: (125º C) a calda forma uma bala firme e flexível mas pegajosa. Para marzipã, fondant e doces.
    Crosta Mole: (134º C) a calda fica quebradiça, mas sua textura mole e flexível gruda nos dentes. Para nougat, alguns caramelos e puxa-puxa.
    Crosta Dura: (145º C) a calda é muito quebradiça. Além desse ponto o açúcara carameliza completamente. Para algodão de açúcar, açúcar cande, palha de açúcar e frutas cristalizadas.
    Caramelo: na cor de âmbar usado para caldas ou coberturas crocantes forma-se quando a calda engrossa além do ponto de crosta dura, toda a umidade evapora e ela ganha um tom marrom escuro. O caramelo fino tem gosto suave, o médio é dourado escuro e tem gosto de nozes. O caramelo não deve cozinhar além de 190º C ou queimará. Caso endureça muito rápido, reaqueça rapidamente. (fotos acima).
    Ferva numa panela pesada uma calda encorpada, abaixe o fogo e balance a panela uma ou duas vezes (sem usar a colher) para escurecer por igual.
    Quando o caramelo alcançar a cor desejada, mergulhe o fundo da panela em água gelada para interromper o cozimento e tire rapidamente antes que endureça.
    Na forma líquida para caldas e sobremesas, como pudins. E o caramelo quebrado ou esmagado é usado em coberturas.
    Praline: Acompanhamento para sorvetes e outras sobremesas, o praline é uma mistura de caramelo e castanhas. O mais tradicional é o praline é o praline de amêndoa, mas a avelã ou a noz-pecã são boas alternativas. Usam-se porções iguais de castanha e açúcar, depois quebra-se o praline com rolo de massa ou no processador. Se for enrolar o praline use menos castanha.
    Junte castanhas inteiras descascadas ao caramelo e aqueça até começar a espirrar e cheirar tostado. Despeje imediatamente em assadeira forrada com papel manteiga, espalhando por igual e deixe esfriar. (fotos acima).
    Nougatine: um dos prediletos dos chefs, o nougatine clássico é uma mistura de caramelo e amêndoas semelhante ao praline, porém mais maleável; as castanhas são fatiadas e tostadas antes de misturadas ao caramelo. Nougatine vai em montagens decorativas, para formar recipientes que levem recheios oi pode ser esmigalhado sobre sorvetes, tortas e outras sobremesas doces.
    Para 2 k: Dissolva 1 k de açúcar em 100 ml de água, deixe ferver e junte 400 gr de glicose líquida. Cozinhe até ganhar cor de caramelo. Ponha 500 gr de amêndoa fatiada e tostada, balance a panela para cobrir a castanha. Despeje numa superfície untada; deixe esfriar um pouco. Abra com rolo de metal aquecido e untado (foto acima).
    Quando tiver 5 cm de espessura, corte as tiras com uma faca de cozinha aquecida untada, depois corte no formato desejado. (foto acima).
    Fonte: Técnicas Culinárias