segunda-feira, 30 de julho de 2012

Ovos com Creme de Brócolis

Olha só que ideia simpática, substanciosa e rapidinha! Pode ser servido como entrada ou até mesmo na hora do lanche!
Ingredientes:
2 colheres de sopa de manteiga
2 xícaras de chá de brócolis cozido
4 colheres de sopa de creme de leite fresco
4 ovos
Sal a gosto
Pimenta-do-reino a gosto
Preparo:
Aqueça o forno a 200º C. Derreta uma colher de manteiga numa frigideira e passe o brócolis cozido por um minutinho. Bata esse brócolis no processador ou liquidificador, até que vire um purê, junte o creme de leite fresco, o sal, a pimenta-do-reino e misture. Distribua o purê em 4 ramequins untados com o restante da manteiga. Quebre um ovo sobre cada ramequim, tempere os ovos com sal e pimenta. Leve ao forno por 10 minutos. Sirva imediatamente.
Dica: Se quiser, reserve algumas florzinhas miúdas de brócolis para decorar as forminhas.

domingo, 29 de julho de 2012

Doce de Laranja

Se tem um doce que eu a d o r o é o doce de laranja da terra, ou laranja azeda como dizem os antigos. Eu espero, com água na boca, por essa época do ano para degustar esse doce bem devagar, como se tivesse vindo dos céus, para meu delírio! Adoro a textura da laranja, o leve amargor, a calda fina e adocicada, a cor, enfim, tudo! E, mais uma vez, a Cida, lembram? Aquela que faz também os maravilhosos mantecais no final de ano? Pois é, a Cida faz esse doce para mim, religiosamente, todos os invernos! Êta Cida! Você é mais que demais!!!
Mas, essa receita que tenho não é da Cida, é do meu caderninho herdado de família e também é maravilhosa!
Ingredientes:
10 laranjas maduras
1,5 k de açúcar
3 l de água filtrada
6 cravos-da-Índia
Preparo:
Lavar muito bem as laranjas com uma esponja limpa e higienizar por alguns minutos.
Cortar a parte inferior em cruz e retirar os gomos, descartando-os. Colocar as cascas numa panela grande com bastante água filtrada e levar à fervura em fogo bem forte. Quando a água ferver, escorrer, deixar esfriar numa tigela grande, cobrir de água novamente e trocar a água duas vezes por dia, cerca de 5 dias ou até perder o excesso de amargor. Escorrer novamente numa peneira e preparar uma calda fina com a metade do açúcar e a metade da água. Adicionar as cascas de laranja e ferver por meia hora. Repetir a operação de fervura por mais dois dias, acrescentando o restante da água e do açúcar, a cada nova fervura. No último e quarto dia, deixar a calda tomar um pouco mais de corpo e depois de fria, coloque a compota num recipiente fechado que possa ir à geladeira. 
E então, delicie-se!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

sábado, 28 de julho de 2012

Os Vinhos do Jantar Italiano


E para terminar a descrição de todo o jantar italiano, uma semana depois... Os Vinhos!!!
Ai "amado mestre André", você não erra nunca! Graças a Deus!!!

LUIGI EINAUDI BAROLO TERLO 2005
Produtor:Luigi Einaudi
Região: Piemonte – Itália
Uva: 100% Nebbiolo Michet
Alcool: 14%
Descrição: classicamente vinificado e envelhecido em carvalho por mais de dois anos, este vinho tem aromas intensos, complexos, profuso e com camadas de frutas. Preenche a boca, grande vinho, rico e luxuoso, com bom acabamento persistente. Deve ser armazenado por pelo menos 10 anos para realizar seu pleno potencial. Excelente.
Produção: colheita, fermentação alcoólica em tanques de aço inox com temperatura
controlada de 30-32°C por 10 dias, passa por fermentação malolática, tem o seu
amadurecimento em tonéis de carvalho francês e eslavônio por 30 meses e passa mais 6
meses de envelhecimento em garrafa antes de ser comercializado. 
Análise Sensorial
Visual: vermelho rubi com reflexos granada
Olfativa: frutas vermelhas, especiarias, tartufo e couro
Gustativa: seco, encorpado, acidez em equilíbrio com taninos bem estruturados e final
muito intenso.
Harmonização: carnes vermelhas, carnes de caça, ragus e queijos curados
Temperatura de serviço: 16°C
Preço: + de R$150,00  
Prêmios:
Safra 2005 - 90 pontos - Robert Parker
Safra 2005 - 91 pontos - Wine Spectator
Safra 2004 - 91 pontos - Robert Parker
Safra 2004 - 81 pontos - Wine Spectator
Safra 2004 - 2 bicchiere - Guia Gambero Rosso
Safra 2004 - 3 stelle - Guia I Vini di Veronelli
Safra 2004 - 4 grappoli - Guia Duemilavini A.I.S.
Safra 2003 - 91 pontos - Robert Parker
Safra 2003 - 90 pontos - Wine Spectator
Safra 2003 - 2 bicchiere - Guia Gambero Rosso
Safra 2003 - 2 stelle - Guia I Vini di Veronelli
Safra 2003 - 4 grappoli - Guia Duemilavini A.I.S.
Safra 2002 - 86 pontos - Wine Spectator
Safra 2002 - 2 bicchiere - Guia Gambero Rosso
Safra 2002 - 2 stelle - Guia I Vini di Veronelli
Safra 2002 - 4 grappoli - Guia Duemilavini A.I.S.
Safra 2001 - 88 pontos - Robert Parker
Safra 2001 - 91 pontos - Wine Spectator
Safra 2001 - 2 bicchiere - Guia Gambero Rosso
Safra 2001 - 2 stelle - Guia I Vini di Veronelli
Safra 2001 - 4 grappoli - Guia Duemilavini A.I.S.
(Fonte: momentodovinho)

BARBARESCO DOCG 2007 (BERA) 
Produtor: Bera
País: Itália
Região: Piemonte
Safra: 2007
Tipo: Tinto
Volume: 750 ml
Uva: Nebbiolo
Vinhedos: Vinhedos localizados em Barbaresco, Neive, Treiso e Alba.
Descrição: Com muitos elogios do Gambero Rosso, o grandioso Barbaresco é finíssimo - elegante e refinado, com um complexo bouquet e ótima estrutura no palato - um vinho de imensa aptidão gastronômica, e grande tipicidade. Uma grande expressão da casta Nebbiolo.
Vinificação: Fermentação tradicional durante 2 semanas.
Maturação: Maturado em barricas por pelo menos 24 meses e mais 8 meses em garrafa antes de ser comercializado.
Temperatura de Serviço: 18 a 20ºC
Teor Alcoólico: 14,5%
Harmonização:  Carnes, assados, caça e queijos.
Preço: + de R$160,00
(Fonte: vinci)

CAPRILI MOSCADELLO DI MONTALCINO
Vinhedo: Vigna della Fornacina (altitude 320m sobre o nível do mar, exposição sudoeste e sul, direcionando-se aos rios Orcia e Ombrone)
Região: Toscana - Montalcino - Santa Restituta –
Classificação Legal: D.O.C.
Composição de Castas: 100% Moscadello
Graduação Alcoólica: 10,5° GL
Volume: 500ml
Produção: 3.500 garrafas
Características Climáticas: Clima seco e ventilado, com longa estação de amadurecimento das uvas.
Características do Solo: Terreno de baixa fertilidade, composto principalmente de elementos de sílica e calcário, com presença de minerais, de estrutura grosseira e muito pedregoso.
Elaboração: Colheita manual em vinhedos com baixíssimos rendimentos. Vinificação de forma tradicional sem inoculação de leveduras, à temperatura de 15ºC. Interrupção da fermentação pela queda de temperatura, quando o mosto atinge o nível de açúcar-álcool desejado. Estabilização a frio com posterior filtração e engarrafamento.
Amadurecimento: Rápido em cubas de aço inox.
Estimativa de Guarda: 5 anos.
Características Organolépticas: Palha claro e brilhante. Bela expressão aromática no olfato, com notas típicas de moscato, flores e mel. Untuoso, mas equilibrado por viva acidez. Longo final perfumado.
Descrição: Moscadello di Montalcino é um vinho branco feito na aldeia. Famoso vinho toscano de Montalcino. Embora a aldeia, colina de Montalcino, seja mais conhecida por suas Sangioveses, baseados nos vinhos Brunello, as vinhas e comuna são também o lar da videira Moscadello (a forma local de branco Muscat). A identidade precisa da variedade Moscadello continua por ser confirmada. Algumas autoridades listam como um sinônimo de Muscat de Alexandria, enquanto os Moscadello di Montalcino DOC por lei é citada apenas como Moscato Bianco. O Terroir Montalcino tem sido reconhecido como material nobre da vinha Brunello di Montalcino, juntamente com o famoso Barolo de Piemonte, foram os dois primeiros DOCGs criados, em julho de 1980. O Moscadello di Montalcino DOC foi criado quatro anos depois de formalmente complementar estes robustos e ricos vermelhos.
Harmonização: Sorbet de lichia com telha crocante de amêndoas; Apple pie (Torta de maçãs assada); Queijo gorgonzola sobre fatias de pão de damascos secos.
Temperatura de Serviço: 8°C
Preço: R$100,00
(Fonte: demarseille e wine-searcher)



quarta-feira, 25 de julho de 2012

O Jantar Italiano

O jantar da confraria, deste mês em minha casa, foi todo italiano. Escolhi então, para compor as mesas, toalhas, copos, guardanapos e flores, nas cores: verde, branco e vermelho. Colocamos algumas músicas "di Italia" e na telona, só para ilustrar, um antigo, clássico e delicioso filme chamado"O Segredo de Santa Vitória", relacionado a vinhos, é claro!
No hall de entrada, um arranjo de trigos verdes.

Na mesa de aperitivos, o arranjo era um vaso de tomates cereja.

 Para a mesa de 12 lugares, escolhi uma toalha de juta verde, com copos para água verdes,

 sousplats de rattan e guardanapos brancos com a borda estampada de vermelho e verde.

No aparador, callas verde e branca.

 Para a mesa de oito lugares, escolhi uma toalha vermelha, copos para água vermelhos,

e guardanapos listrados de vermelho e branco.

Agora vamos ao cardápio:
Para Aperitivar
Queijo Pecorino  
É o queijo italiano feito de leite de ovelha (pecora significa ovelha em língua italiana). É um queijo duro, compacto, com sabor forte (dependendo do grau de maturação), muitas vezes usado em culinária, ralado. Existem vários tipos de pecorino, um dos mais conhecidos é o pecorino romano, fabricado na região próxima de Roma.
Queijo Gorgonzola 
É uma variedade de queijo azul fabricado com leite de vaca ou cabra, originário da localidade de Gorgonzola, nos arredores de Milão (Lombardia), na Itália. A sua massa é cremosa, tem um sabor agradável e um aroma relativamente intenso. Neste queijo, assim como em todos os queijos azuis, no processo de maturação, são injetados fungos, que fazem com que tenha veias verde-azuladas e que lhe dão um sabor especial. Neste caso, injeta-se o Penicillium.
Queijo Grana Padano 
Proveniente de Piemonte, Lombardia, Emilia Romagna, Veneto e Trentino, o grana padano é um queijo duro, elaborado com leite cru de vaca. Apresenta uma casca muito dura, de cor amarelo forte, de textura lisa, grossa e, normalmente, oleosa.O grana padano deve ter um gosto fresco frutado e doce (lembrando abacaxi). Um verdadeiro grana padano e em boas condições de armazenamento deve ter um gosto suave e jamais ser amargo. A parte interna do queijo deve ter uma cor amarelo-claro e de textura dura.
Linguiça Calabresa Curada e cortada bem fininha
Pão tipo Italiano
Uva Moscatel
Entrada
Sopa Creme de Funghi com Crosta de Massa Folhada - (aqui)
Prato Principal
Brasato al Barolo com Polenta Mole - típico do Piemonte -(aqui)
Sobremesa
Panna Cotta com calda de frutas vermelhas - sobremesa típica da região do Piemonte- (aqui)
Pudim de Avelã - região de Piemonte - (aqui)

Para a hora do Café
Cantucci - biscoito típico da Toscana

Para Beber
Água
Vinho tinto
Vinho para sobremesa e para o Cantucci


Mas, quais vinhos, amanhã eu conto,ok?



terça-feira, 24 de julho de 2012

Pudim de Avelã

Uma das sobremesas do jantar na sexta-feira passada, foi um mini-pudim de avelã. A base é do pudim de pão da minha amiga Ivani, lembram? Aquele que já fiz com broa de milho, com goiabada e postei aqui:
Ingredientes:
3 ovos
1,5 xícara de chá de açúcar
500 ml de leite
1,5 pão francês cortado em fatias
Preparo:
Bater muito bem todos os ingredientes  no liquidificador e colocar em forma caramelada com 1 copo de açúcar, para assar em banho-maria, por 1 hora e quarenta minutos mais ou menos (200º C).
Para esse pudim de avelãs, acrescentei junto desses ingredientes na hora de bater no liquidificador:
100 g de avelãs
1/2 cálice de Frangelico (licor de avelãs)
Coloquei em forminhas pequenas caramelizadas (tipo empada) e a massa que sobrou, assei em forma menor, como mostra a foto abaixo:
Ficou muuuuuiiiiiiiito bom!!! E sabe quando qualquer pessoa pode advinhar que é de pão?

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Brasato al Barolo


Bem, esse foi o prato principal do jantar da nossa confraria na sexta-feira passada.
O Brasato al Barolo, receita clássica do Piemonte, recebe esse nome porque é feito tradicionalmente com esse tinto encorpado e espetacular.
Como diria Saul Galvão, infelizmente, isso aqui seria um exagero, pois esse vinho é muito caro. Mas é bom usar um vinho de bom corpo, como um Bonarda, um Malbec (Argentina); um Merlot nacional e outros do mesmo calibre.
Trata-se de uma espécie de rosbife cozido no vinho tinto, que fica ótimo com um purê de batata, polenta, risoto ou uma massa. Na Itália, a carne costuma também ser desfiada e depois usada para rechear ravióli.
Pode ser feito com contrafilé, lagarto, picanha, paleta, mas eu prefiro mesmo, alcatra.
Ingredientes:
(para 20 pessoas)
4 k de miolo de alcatra em peça com 2 kg cada e bem limpa
3 cenouras cortadas em rodelas
3 talos de salsão picado
4 cebolas médias cortadas em cubos
1 buquê de ervas (tomilho, alecrim, manjericão, louro)
3 cravos-da-Índia
5 pimentas-do-reino inteiras
2 garrafas de um bom vinho tinto
1 copo americano de vinho do Porto
200g de bacon em cubos
2 colheres de sopa de azeite
8 dentes de alho picadinho
3 colheres de sopa de extrato de tomate
4 colheres de sopa de farinha de trigo
1,5 litro de caldo de carne, frango ou legumes
Sal a gosto

Preparo
Marine a carne com a cenoura, a cebola, o salsão, as ervas, cravos, pimentas e os vinhos por 6 horas no mínimo.
Em uma panela grande de fundo mais grosso, frite os cubos de bacon com o azeite até a gordura derreter e começar a dourar.
Retire as peças de carne da marinada, seque com papel toalha e coloque-as inteiras na panela, virando para que selem por todos os lados, em contato com o bacon. Quando estiverem bem douradas, retire e reserve.
Coe a marinada reservando todo o líquido e na mesma panela, com o bacon ainda dentro, acrescente o alho picadinho, mexendo por alguns minutinhos. Junte a cebola, o salsão e a cenoura coada da marinada. Deixe refogar por alguns instantes, acrescente um punhado de farinha de trigo, mexa bem e junte o extrato de tomate.
Em seguida, volte as carnes para a panela e adicione os vinhos reservados da marinada. Junte o caldo de carne, o buquê de ervas, as especiarias. Quando começar a ferver abaixe bem o fogo, tampe a panela e deixe cozinhar por 4 horas no mínimo, tomando o cuidado de sempre retirar a espuma que se forma na superfície e de virar a carne para que ela cozinhe por igual. Após o período de cozimento, quando a carne estiver macia, retire da panela e reserve por algum tempo antes de fatiar.
Para finalizar, processe o molho, descartando antes, as ervas, cravos e pimentas. O molho deve ficar bem consistente. Coloque a carne fatiada numa travessa e cubra com o molho. Sirva com polenta mole, arroz branco, risoto, batatas, purê.


domingo, 22 de julho de 2012

Sopa Creme de Funghi com Massa Folhada





Nossa! Há quanto tempo, não? Já estava com muita saudade e acho que nunca fiquei tanto tempo sem escrever!!! 
Pois é, a Nina, minha cachorrinha, foi operada na quinta-feira e eu, que já perdi a mãe dela esse ano, fiquei transtornada!!! Enquanto ela não retornou, à noitinha, eu não tive sossego! 
Bem, para completar, tivemos um novo jantar do meu grupo da confraria, aqui em casa, na sexta-feira. Escolhemos como tema, a Itália, cujo cardápio vou descrever na próxima postagem. 
E para a entrada, decidi fazer essa sopa de funghi, que vi na bbel, mas, fiz pequenas modificações a meu modo. Ficou simplesmente ESPETACULAR!!! 
Com esse friozinho, hummmm, "ornou" muito!!!!!!!!!





Ingredientes:
(20 pessoas)
5 xícaras de chá de funghi seco
3 xícaras de chá de água filtrada e fria
1 pacote de manteiga integral sem sal
2 colheres de sopa de azeite
4 cebolas grandes picadinhas
300 g de cogumelos frescos shitake picados
8 colheres de sopa de farinha de trigo
1 xícara de chá de vinho branco seco
1 litro de caldo de legumes
500 ml de creme de leite fresco
1 xícara de chá de queijo parmesão ralado
Sal e pimenta-do-reino a gosto
600 grama(s) de massa folhada
1 ovo batido
Preparo:
Em uma tigela colocar o funghi seco para hidratar com a água filtrada fria. Reservar.
Numa panela grande colocar o azeite e a manteiga em cubos até derreter, dourar as cebolas picadinhas e juntar o funghi já hidratado, escorrido e picado (reservar a água onde foi hidratado o funghi).
Juntar o cogumelo shitake picado, misturando bem. Polvilhar a farinha de trigo mexendo delicadamente para envolver os cogumelos. Acrescentar o vinho branco seco e mexer, reduzindo por alguns minutinhos.
Juntar o caldo de legumes, a água de funghi reservada e cozinhar por 15 minutinhos até ficar um creme mais encorpado. Adicionar o creme de leite fresco, o queijo parmesão ralado, acertar os temperos com sal e pimenta-do-reino moída na hora. Desligar o creme e deixar esfriar um pouco antes de colocar em cumbucas que possam ir ao forno.
Cobrir as cumbucas, já com o creme de funghi, cortando a massa folhada em rodelas um pouquinho maiores que o tamanho da boca das cumbucas, passar um pouco do ovo batido nas bordas para que a massa “cole” na cumbuca. Levar ao forno quente até a massa crescer e ficar crocante.
Sirva em seguida.


quarta-feira, 18 de julho de 2012

Bife à Milanesa


Bife à milanesa, também conhecido em Portugal por panado é um prato da culinária italiana bastante popular no Brasil e na Argentina também.
O bife à milanesa (cotoletta alla milanese) provavelmente surgiu na própria cidade de Milão. Embora não haja fatos que comprovem sua origem na cidade italiana, os relatos mais antigos desse prato são do escritor italiano Pietro Verri. Em seu livro História de Milão (Storia di Milano'), ele escreve que em um almoço ocorrido na Igreja de Santo Ambrósio (Milão, 1134) fora servido um prato de coteletta impanata, fritta nel burro (carne de vitela empanada, frita na manteiga), citando inclusive o preparo com ovos e farinha.
A difusão do bife à milanesa é atribuída aos austríacos. O wiener schnitzel, muito similar ao milanesa, é um prato típico da Áustria, provavelmente absorvido durante disputas internas do Sacro Império Romano-Germânico, no século XVIII, quando austríacos invadiram Milão. Entretanto, não há fatos que comprovem essa teoria.
Ingredientes:
400 g de filé mignon, coxão mole ou alcatra em escalopes
2 ovos
1 xícara (chá) de farinha de trigo
2 xícaras (chá) de farinha de rosca
1 xícara (chá) de óleo de canola
Sal e pimenta-do-reino a gosto
Preparo:
Tempere os bifes com sal e pimenta-do-reino.
Num prato raso, coloque a farinha de trigo. Em outro prato, coloque a farinha de rosca.

Num prato fundo, quebre o ovo e bata bem com um garfo.
Pegue um bife e passe na farinha de trigo. Ele deve ficar todo coberto de farinha, retire o excesso sacudindo delicadamente.
Mergulhe no prato com o ovo batido. Passe os dois lados no ovo, para que fique bem envolvido. Escorra o excesso.
Passe o bife na farinha de rosca e cubra todo o bife com ela.
Aperte bem para a camada de farinha de rosca ficar grossa e dê tapinhas de leve para retirar o excesso.
Descanse os bifes por 15 a 30 minutos.
Numa panela larga, coloque o óleo e leve ao fogo para esquentar.
Coloque dois bifes por vez na panela com óleo. Deixe fritar por 2 minutos, vire de lado, e frite por mais 2 minutos até ficar douradinho.
Escorra sobre papel-toalha. Sirva bem quente.
 
Dicas:



  1. Há quem prefira o filé mignon, mas é comum, encontrar bifes de patinho e coxão mole na versão empanada e frita. Se não estiverem tão macios, umas batidinhas de leve, entre dois saquinhos plásticos, ajudam a quebrar e amolecer as fibras.
  2. Quando colocada em alta temperatura, a massa de ovos e farinha de rosca que envolve a carne acaba absorvendo a gordura. Ela cria uma espécie de camada protetora para o filé, mantendo assim, a umidade da carne.
  3. O segredo para a crosta não soltar é pressionar os bifes com a palma da mão, na farinha de rosca até não sentir mais umidade no bife e deixar descansar antes de fritar. 
  4. Se quiser uma casca mais grossa, passar outra vez no ovo e novamente na farinha de rosca.
  5.  Coloque apenas uma fina camada de óleo ou manteiga, ou de uma mistura dos dois. A temperatura não deve ser muito alta para não queimar a casca. Fria, deixará o empanamento encharcado. Ela deve ficar perto dos 160°C.
  6. E por fim, prepare a sua própria farinha de pão. Sucesso certo!

terça-feira, 17 de julho de 2012

Omeletes

Este é um dos lugares mais impressionantes que já conheci: O Mont-Saint-Michel na Normandia! Verdadeira fortaleza em um ilhote rochoso na foz do rio Couesnon, no departamento da Mancha, na França, onde foi construído um santuário em homenagem ao arcanjo São Miguel. Este mosteiro, fortificado no século XIII, integra um conjunto com mais três cidades cujas fortificações e desenvolvimento são notáveis: Aigues-Mortes (1270-1276), ponto de reunião dos Cruzados rumo à Terra Santa, Carcassone, célebre por suas defesas, e Avignon, sede alternativa da Cristandade (1309-1377). Estas cidades fortificadas, denominadas "bastides" marcavam a fronteira dos reinos ao final da Idade Média, servindo como elementos de defesa e dando ao povo novas oportunidades sociais. O monte era ligado ao continente através de um istmo natural que era coberto pelas marés altas. Ao longo dos séculos a planície alagável em torno foi sendo drenada para criação de pastagens, reduzindo a distância do rochedo à terra, e o rio Couesnon foi canalizado, diminuindo seu aporte de água e acelerando o assoreamento da baía. Em 1879 o istmo foi reforçado e tornou-se uma passagem seca perene. Em 2006 o governo francês anunciou um projeto para tornar novamente o monte uma ilha com a construção de barragens, devendo ser completado este ano. Uma estátua de São Miguel colocada no topo da igreja abacial culmina a 170 metros de altura. Crê-se que a história da abadia do monte Saint-Michel remonte a 708, quando Aubert, bispo de Avranches, mandou construir no monte Tombe um santuário em honra a São Miguel Arcanjo (Saint-Michel). No século X os monges beneditinos instalaram-se na abadia e uma pequena vila foi-se formando aos seus pés.
Fonte: wikipedia
Fotos: Simone Lisa
Foto: Simone Lisa




E ali, ao pé da vila, está o famoso restaurante especializado em omeletes "La Mère Poulard", desde 1888. São omeletetes-suflê, adicionadas de creme fresco e preparadas em alta temperatura, como mostra a foto abaixo. M. Poulard desenvolveu essa receita, como prato fácil e rápido de preparar, depois de perceber que peregrinos chegavam famintos ao Mont-Saint-Michel. O preparo das omeletes exige um ritual encantador, com batidas compassadas, em tigelas de cobre, que podemos apreciar, ali mesmo, na entrada do restaurante.

Foto: Simone Lisa
Na clássica cozinha francesa, a omelete é fofa e dobrada, preparada simplesmente com ovos batidos e fritos. Em outras partes do mundo, no entanto, existem muitas outras variações.
Omelete Dobrada:
Clássica omelete francesa, feita em frigideira de ferro bem curtida, mas podemos usar uma antiaderente mesmo. para obter um resultado perfeito use 15 g de manteiga e 3 ovos por omelete em frigideira de 20 cm.
Preparo: Um pouco antes de fritar, bata os ovos com os temperos escolhidos, Não bata demais pois a omelete ficará dura. Aqueça a manteiga em fogo baixo até espumar. Jogue os ovos e mexa com um garfo para distribuir por igual. Frite rapidamente, levantando as beiradas, para que o ovo cru escorra para baixo. Incline a frigideira e dobre a omelete.
Omelete Japonesa:
Com formato simétrico e textura leve, é tradicionalmente preparada em frigideira quadrada de 20 cm. Se você não tiver uma frigideira nesse formato, prepare em uma redonda e depois de pronta corte as beiradas. Use um ovo e duas colheres de sopa de água para cada omelete. A água afina a massa e dá uma textura leve. Sirva cortada em fatias.
Preparo:
Unte a frigideira com um pouco de óleo e aqueça. Despeje a metade da mistura de ovos. Incline a frigideira para formar uma camada homogênea. Quando a superfície começar a formar bolhas, solte as beiradas com uma espátula. Enrole a omelete em sua direção, frite mais um pouco até ficar firme e repita a operação com o restante da mistura.
Tiras de Omelete:
Na cozinha oriental usa-se tiras de omelete bem fininhas para guarnição. Para um prato com 4 porções, use 1 ovo e uma pitadinha de sal. Prepare em uma wok.
Preparo:
Aqueça uma colher de óleo na wok, despeje o ovo e frite em fogo moderado por 2 minutinhos. Retire a omelete inclinando a frigideira, enrole, deixe esfriar e corte em tiras enviesadas.
Omelete Suflê:
Esse tipo de omelete é feito separando-se a clara da gema. Como sugere o nome, esta omelete fica leve e fofa. Na clássica cozinha francesa, a omelete-suflê é geralmente doce, e as gemas são batidas com açúcar no ponto de gemada, antes de adicionar as claras.
Preparo: 
Bata 3 claras em neve firme, junte as gemas temperadas e batidas. Frite do mesmo modo que a omelete dobrada, mas sem mexer com o garfo.
Eggah:
Tradicional prato persa, esta omelete é grossa e firme, assada no forno e servida em fatias ou pedaços, fria ou quente. Deve ser preparada com pouco tempero, pois tradicionalmente acrescentam-se outros ingredientes: espinafre, pimentão, cebola, alho e outras verduras ou legumes. 
Preparo:
Misture 6 ovos batidos com os temperos e legumes escolhidos, despeje numa travessa untada com óleo e asse a 170ºC até ficar firme (15 a 20 min.). Corte em quadrados para servir.
Frittata:
Essa omelete italiana, grossa e achatada é parcialmente frita numa frigideira, e depois grelhada até ficar firme e dourada. Para uma frittata de 30 cm, use 2 colheres de sopa de azeite, 7 a 10 ovos e recheio a gosto. os pimentões picados são tradicionais, bem como aspargos, vagem picada, coração de alcachofra, tomate, cebola, alho picadinho, diversas ervas , queijo parmesão ralado.
Preparo:
Bata os ovos com o recheio e jogue no azeite quente. Frite por 15 minutos em fogo baixo. leve para gratinar no forno por 2 minutinhos.
Tortilla Espanhola: 
É parecida com a Frittata Italiana, exceto quanto ao modo de fritar e alguns recheios usados. Frita-se cebola e batata em uma generosa quantidade de azeite, depois juntam-se os ovos batidos. Diferentemente da Frittata Italiana que é grelhada no forno, a Tortilla Espanhola é sempre virada na frigideira para fritar dos dois lados.
thumb.mais.uol.com.br
Fonte - texto e fotos: Livro Técnicas Culinárias
Para dar sabor à omelete:
Adicione temperos à mistura de ovos antes de fritar ou coloque recheio no centro da omelete e dobre:
Sugestões:
schlob.files.wordpress





- Salsichas cozidas e cortadas em rodelas refogadas com cebolas.







3.bp.blogspot/ saboresamesa




- Tiras de presunto defumado com pontas de aspargos escaldados.



seleccoes.pt/fundojornalistico.files.wordpress




- Queijo ralado e tomate sem sementes em cubinhos






- Tiras de bacon crocantes com folhas de espinafre


pratopraum.files.wordpress/ temperarte



- Pimentão em cubos com cebolas douradas na manteiga



temperarte /fotos.sapo



- Cebolas douradas na manteiga e cogumelos fatiados



cozinhabrasileira/ cenourao



- Fatias de salmão defumado e endro



fundojornalistico.files.wordpress/ /gourmetporacaso

- Finas fatias de queijo branco com tomates em cubinhos, sem sementes e folhinhas de manjericão


drlinguica




- Finas fatias de linguiça frita na cebola