sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Caldeirada de Bacalhau

Esse foi o prato que preparei nos dois últimos encontros das confrarias, do "Sabor" e dos "Prazeres" (grupo de vinhos), aqui em casa. É uma delícia!!! Super diferente e a combinação da banana com o bacalhau, simplesmente perfeita!
Ingredientes:
2 folhas de louro
1 k de bacalhau dessalgado
10 dentes de alho picadinhos
2 cebolas grandes picadinhas
4 tomates grandes sem pele e sem sementes picados
1/2 xícara de chá de coentro e salsinha picadinha
1 colher de sopa de óleo de urucum
Suco de 2 limões
5 batatas cozidas e fatiadas
4 bananas-da-terra cortadas em rodelas
1/2 vidro de leite de coco
1 maço de brócolis cozido para decorar
Preparo:
Numa panela, ferva bastante água com 2 folhas de louro. Coloque as postas de bacalhau por alguns minutinhos, retire, escorra e desmanche o bacalhau em lascas, retirando a pele e as espinhas. Reserve a água do bacalhau.
Numa panela, aqueça o azeite com a cebola picada, acrescente o alho picadinho e quando estiver dourando, junte os tomates, as ervas, o óleo de urucum, o suco dos limões e o bacalhau. Refogue por 10 minutos em fogo baixo. Reserve. Fatie as bananas e salteie numa frigideira aquecida com manteiga, dourando dos dois lados. Cozinhe as batatas na água de fervura do bacalhau, que já deve estar fria. Junte então, as fatias de batata, as bananas salteadas e as flores de brócolis cozidas, ao refogado de bacalhau. Cozinhe por 5 minutinhos, deligue o fogo, acrescente o leite de coco e sirva com arroz branco.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Sorbet de Goiaba com Goiabada Cascão em Xerém de Castanha de Caju


Preparei essa sobremesa para o jantar da Confraria dos Prazeres e a Confraria do Sabor. É rápida, deliciosa de um sabor incomparável!
Sorbet de Goiaba
Ingredientes:
175 g de açúcar
150 ml de água
500 g de goiaba descascada e cortada em pedaços
1 clara de ovo ligeiramente batida
Preparo:
Dissolva o açúcar na água e leve ao fogo baixo até ferver e se tornar uma calda rala. Enquanto isso bata as goiabas, formando um purê. Passe pela peneira. Acrescente o purê de goiaba à calda de açúcar. Mexa bem, desligue o fogo e deixe esfriar. Leve ao freezer por 30 minutos. Coloque no processador ou na sorveteira com a clara de ovo ligeiramente batida. Leve novamente ao freezer e na hora de servir, bata novamente.
Goiabada Cascão com Xerém de Castanha de caju
Ingredientes: 
Fatias de goiabada cascão com 2 cm de espessura
Xerém de castanha de caju
Manteiga integral sem sal para fritar a goiabada
Requeijão cremoso (opcional) 
Sorbet de goiaba
Preparo: 
Passe cada fatia da goiabada no xerém de castanha-de-caju, apertando bem
de cada lado.
Numa frigideira, derreta a manteiga e coloque cada fatia de goiabada empanada na castanha. Frite dos dois lados, rapidamente, até a castanha ficar douradinha.
No prato de servir coloque uma colher de requeijão cremoso (opcional), e sobre o requeijão, uma fatia de goiabada frita. 
Sirva acompanhado de sorbet de goiaba. 

Provei essa maravilha em Tiradentes (MG), no restaurante Tragaluz. Imperdível!

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

As Minas Jejê e da Passagem


Para entender um pouco sobre a história da exploração do ouro em MG, é preciso saber um pouco da sua história:

Do século XVI ao século XIX, o tráfico transatlântico trouxe para o Brasil 4 a 5 milhões de falantes africanos extraídos de duas regiões subsaarianas : a região banto, situada ao longo da extensão sul da linha do equador, e a região oeste-africana ou sudanesa, que abrange territórios que vão do Senegal à Nigéria.
A região banto compreende um grupo de 500 línguas muito semelhantes, que são faladas na África sub-equatorial. Entre elas, as de maior número de falantes no Brasil foram três línguas angolanas: quicongo, também falada no Congo, quimbundo e umbundo.
Das línguas oeste-africanas ou sudanesas, seus principais representantes no Brasil foram os povos do grupo ewe-fon provenientes de Gana, Togo e Benim, apelidados pelo tráfico de minas ou jejes, e os iorubás da Nigéria e do Reino de Queto (Ketu), estes últimos na vizinha República do Benim, onde são chamados de nagôs. Ao encontro dessa gente banto já estabelecida nos núcleos coloniais em desenvolvimento, é registrada a presença de povos ewe-fon, cujo contingente foi aumentado em conseqüência da demanda crescente de mão-de-obra escravizada nas minas de ouro e diamantes, então descobertas em Minas Gerais, Goiás e Bahia, simultaneamente com a produção de tabaco na região do Recôncavo baiano.
Sua concentração, no século XVIII foi de tal ordem em Vila Rica que chegou a ser corrente entre a escravaria local um falar de base ewe-fon, registrado em 1731/41 por Antônio da Costa Peixoto, só publicada em 1945, em Lisboa. 
Durante muitas décadas acreditou-se que havia somente línguas do tronco nagô-iorubá, predominantes na Bahia. São muito recentes as descobertas de línguas dialetais africanas de origem banto faladas por comunidades isoladas como a de Tabatinga (MG) e Cafundó (SP), além do crioulo falado em São João da Chapada e da língua mina-jeje falada pelos negros de Ouro Preto no setecentos. Jeje era o nome dado de forma perjurativa pelos yorubás para as pessoas que habitavam o leste.  A palavra JEJE vem do yorubá adjeje que significa estrangeiro, forasteiro.
Os primeiros escravos negros chegaram às minas, logo após a descoberta das primeiras jazidas auríferas, em 1695. Para o trabalho na mineração havia a preferência por um tipo específico de escravo, pelo qual se pagava caro: o negro-mina. Baixo e forte, o negro-mina vinha da região do Congo. Forte para a brutalidade do trabalho e baixo para melhor se mover nos ambientes apertados dos talhos e das galerias das minas, o negro-mina recebia tal denominação por conhecer técnicas rudimentares de mineração, as quais aprendia em sua própria cultura. Os mineradores engenhosamente construíram tetos em arco, para possibilitar a distribuição de peso evitando desabamentos.
Escoltados por tropeiros armados, os negros eram acorrentados uns aos outros e, descalços, eram conduzidos pela Estrada Real até as principais vilas da capitania como São João Del Rei, Vila Rica (Ouro Preto) e o Distrito Diamantino do Tejuco (Diamantina). Em 1876, quando o ouro de aluvião começa a apresentar sinais de exaustão, a Capitania já contava com o incrível número de 174.135 cativos, numa população de total de 362.847 habitantes. Para a maioria dos negros escravos, a situação de vida na sociedade mineradora não foi melhor do que a do nordeste açucareiro. A brutalidade da exploração do escravo, certamente, foi mais grave nos trabalhos de extração aurífera nas lavagens das várzeas e ribeiros e nas escavações das galerias subterrâneas. O negro era obrigado a trabalhar o dia inteiro em ambientes úmidos, frios e, muitas vezes, claustrofóbicos. Devido à desumana condição do serviço, os escravos morriam com cinco ou sete anos de serviço na mineração. Eram comuns as mortes por soterramento, afogamento, asfixia e doenças como silicose, dermatites agudas, pneumonia e tuberculose. Os escravos alimentavam-se basicamente de angu e feijão. Aguardente e tabaco também eram fornecidos a eles, até mesmo para compensar a alimentação deficiente e garantir sua possibilidade de continuar trabalhando.
A população das regiões mineiras (atuais Minas Gerais, Mato Grosso e Goiás) comprava com ouro em pó de várias partes do Brasil aquilo de que necessitava. Do Nordeste vinham gado, couro e farinha de mandioca; do Rio de Janeiro, africanos escravizados e artigos europeus (vidros, louças, tecidos, ferramentas); de São Paulo, milho, trigo, marmelada; do Sul, cavalos, bois, mulas e charque.
Ao mesmo tempo em que incentivava a extração do ouro, a Intendência criava e cobrava pesados impostos: sobre homens livres e escravizados, sobre tecidos, ferramentas, gêneros agrícolas e, é claro, sobre o ouro. O mais importante deles era o quinto (20% de todo o ouro extraído). A cobrança era feita, sobretudo, nas estradas que ligavam Minas Gerais ao Rio de Janeiro, a São Paulo e à Bahia, sempre policiadas por soldados  (dragões do Regimento das Minas). Quanto maior a opressão fiscal, mais a população reagia, praticando o contrabando: escondia ouro entre os dedos dos pés, nos saltos e nas solas das botas, entre doces e salgados que as quitandeiras carregavam em seus tabuleiros, dentro das estátuas de santos (famoso "santo do pau oco"), ou passavam óleo nas éguas para grudar as pepitas de ouro entre os pelos dos animais e depois de passar pela fiscalização, lavavam as éguas com água dos rios para soltar as pepitas, daí o ditado "lavar a égua".
Fontes: Pedro - guia - (31) 85027488
http://www.scielo.br
http://professormarcianodantas.blogspot.com.br
http://historiamaneco.blogspot.com.br
Maior Mina de Ouro aberta a visitação do mundo, a Mina da Passagem guarda
segredos e mistérios que encantam a todos. A descida para as galerias subterrâneas
se faz de modo incomum, através de um trolley, que chega a 315m de extensão e 120m de profundidade, onde se vê um belo lago natural. O cenário do interior da mina impressiona. A temperatura é estável o ano todo, entre 17 a 20º C. Desde a sua fundação no início do século XVIII, foram retiradas aproximadamente 35 toneladas de ouro.
As Minas da Passagem, a cinco minutos de Ouro Preto-MG, em direção a Mariana-MG,
está aberta para a visitação pública às segundas e terças de 9 às 17 horas, e quartas a domingos de 9 às 17:30 horas.
Em 1719 foi fundada a Vila da Passagem, que se encontra entre as duas cidades (Ouro Preto e Mariana). Durante essa época, os mineiros que iam subindo o rio bateando os depósitos aluvionares, descobriram o ouro primário de Passagem. A mão-de-obra era totalmente escrava e acredita-se que em certa época, cerca de 35 mil escravos povoaram as senzalas do Morro Santo Antônio.  Os bandeirantes percorreram os veios d`agua da bacia do Rio Doce, atingiram o Ribeirão do Carmo, no qual localizaram Ouro aluvionar abundante. Subindo o Ribeirão, em típica prospecção por bateia, descobriram em 1719 as jazidas primárias de Passagem. De 1729 à 1756, vários mineiros obtiveram concessões para a exploração das jazidas. Com o passar dos anos, reduziram-se a um único dono. Após sua morte seus herdeiros transferiram a Mina, a 12 de Março de 1819, ao barão W. L. von Eschwege que formou a primeira empresa mineradora do Brasil, sob o nome de Sociedade Mineralógica de Passagem. Depois de muitos anos prósperos, o Barão Eschewege, atraído por novas atividades na siderurgia pioneira, desinteressou-se da mineração do Ouro. 
A Sociedade Mineralógica passou, a 1º de junho de 1859, às mãos do mineiro Inglês Thomas Bawden. Este, depois de trabalhar quatro anos, revendeu-a, a 26 de novembro de 1863, à Thomas Treolar, representante da nova empresa em formação, a "Anglo Brazilian Gold Mining Company Limited", que encampou a Sociedade Mineralógica de Passagem. Em 14 de março de 1883 foi vendida a um sindicato francês, que constituiu a "The Ouro Gold Mines of Brazil Limited". A nova empresa operou com grande sucesso até março de 1927, quando foi vendida ao grupo Ferreira Guimarães, banqueiros de Minas Gerais e transformada, em maio do mesmo ano, na atual Companhia Minas da Passagem. A Companhia operou regularmente até 1954. De então, até 1960 esteve paralizada. Tentativas de reabertura foram infrutíferas. A conjuntura inflacionária, a falta de capital e de espírito mineiro, principalmente, o preço irreal do ouro, fixado em 35 dolares a onça-troy, e finalmente a obrigatoriedade de toda a produção ser vendida ao Banco do Brasil, tornavam a lavra economicamente inviável. De 1967 a 19 de dezembro de 1973, o Grupo da Companhia Anglo Brasileira de Construções adquiriu o controle acionário da Companhia Minas da Passagem, sem ter sucesso nas tentativas, então desordenadas, de desenvolver o empreendimento. Em outubro de 1976, os então acionários majoritários, reconhecendo o insucesso de suas tentativas, retornaram o controle acionário ao Dr. Walter Rodrigues.
Fontes: Pedro - guia - (31) 85027488
 www.minasdapassagem.com.br






segunda-feira, 26 de novembro de 2012

De Ouro Preto para Mariana e Congonhas


O Acaso 85 Scotch Bar e Restaurante funciona em uma casa nobre no Largo do Rosário. você começa a descer no sentido do porão da casa. Belas escadarias de pedra seca fazem o trajeto. Primeiro há uma larga varanda, com balaustrada de madeira trabalhada e uma pequena sineira. Em seguida, o pátio interno, sobre o qual se abre a varanda, tem seixos rolados no chão e um belo chafariz do século XVIII. Você continua a descer mais alguns lances de escada e chega ao scotch bar, com uma lareira imensa, adaptada de antigos fornos, um pequeno chafariz, candelabros e paredes de pedra seca. O pé direito, de 8,5 metros de altura, confere ao ambiente um clima de magia, evocando lendas e histórias de Ouro Preto. O balcão, de um antigo armazém, castiçais, objetos curiosos, obras de arte e artesanato da região completam a cena, aumentando seu charme. Aqui, mais uma vez o famoso pastel de angu (receita na pg do face) e de sobremesa, sorvete de queijo com calda de goiabada.
Largo do Rosário, 85 - Telefax: (31) 3551-2397
http://www.acaso85.com.br
 Oficinas de Arte em Ouro Preto
Gabriel Lopes - escultor/ entalhador
http://escultorgabriellopes.wordpress.com
Fone: (31) 8736 2297 - Ouro Preto

Mariana - A origem da cidade remonta a 1696 quando foi fundado o arraial do Ribeirão do Carmo. Em 1745 tornou-se na primeira cidade de Minas Gerais, com a designação de Mariana, em homenagem à rainha D. Maria Ana de Áustria, esposa do rei D. João V. Na foto: Praça de Minas Gerais, onde se encontram três monumentos históricos da cidade, aqui, a Igreja São Francisco de Assis e Igreja Nossa Senhora do Carmo.
http://jornalvozativa.com
Órgão da Sé de Mariana
Foi construído na primeira década do século XVIII, em Hamburgo (Alemanha), por Arp Schnitger (1648-1719), um dos maiores construtores de órgãos de todos os tempos. O instrumento foi enviado inicialmente a uma Igreja Franciscana em Portugal e chegou ao Brasil em 1753, como presente da coroa portuguesa ao primeiro Bispo de Mariana.
Os Concertos Regulares do Órgão Arp Schnitger acontecem às sextas-feiras, às 11h30, e aos domingos, às 12h15, na Catedral da Sé. Fonte: http://jornalvozativa.com
Tive a oportunidade de apreciar um concerto com Elisa Freixo. 
 Mariana - detalhe das calçadas e degraus de pedra 
Mariana - Localização: 
Belo Horizonte - 110Km        
Rio de Janeiro - 415Km
São Paulo - 700Km  (via São João Del'Rei)
Ouro Preto - 12Km     
 Santuário de Bom Jesus de Matosinhos - Congonhas
    Em 1800, terminada a confecção das 66 estátuas em cedro dos Passos, Aleijadinho iniciou
    as obras no adro. Foram cinco anos de trabalho árduo do mestre, já bastante debilitado pela
    doença, e de seus discípulos. O grupo de 12 profetas em pedra-sabão é o mais famoso
    conjunto de estátuas barrocas do mundo. Fonte: http://www.congonhas.org.br

 Detalhe das colunas em diferentes desenhos.
 Vista de cima das capelas que guardam as 66 imagens dos Passos da Paixão de Cristo.
Na ladeira, o comércio de artesanato local.

Detalhes das imagens de cedro do Líbano que representam a Paixão de Cristo e se encontram nas capelas da ladeira em frente à Igreja de Bom Jesus de Matosinhos e compõem o conjunto arquitetônico formado por uma basílica, um adro com as esculturas de Doze Profetas feitas por Aleijadinho e as seis capelas. 
da Ceia : a capela foi a primeira construída para abrigar as imagens em cedro do Líbano.
Foi a única erguida durante a permanência de Aleijadinho em Congonhas, supõe-se sob
sua orientação.
do Horto : retrata Jesus no Jardim das Oliveiras. Nesta capela está uma obra-prima de
Aleijadinho: o anjo. Simbolizando a aproximação da Paixão, ele traz na mão direita um
cálice com fel a ser bebido.
da Prisão : representa um dos episódios mais conhecidos da Bíblia, o milagre da cura de
Malco, soldado do pontífice máximo de Jerusalém.
da Flagelação e Coroação de Espinhos : após a construção das capelas do Horto e da
Prisão, as obras das demais permaneceram interrompidas por quase meio século, sendo
retomadas em 1864. Todas as estátuas estavam prontas - Aleijadinho faleceu
provavelmente em 1814 - e aguardavam a construção do restante das capelas. Ficou
decidido que em vez de sete seriam erguidas seis capelas, o que acarretou no
congestionamento do quarto Passo, que passou a abrigar dois grupos: Flagelação e
Coroação de Espinhos.
da Subida ao Calvário : retrata um momento do caminho de Cristo para o calvário, o
"Encontro com as filhas de Jerusalém", descrito no Evangelho de São Lucas.
da Crucificação : formado por onze imagens. Neste grupo podemos notar três unidades
cênicas. Fonte:http://www.congonhas.org.br 
       

Congonhas - Localização:
Belo Horizonte = 78 km
Rio de Janeiro = 370 km
São Paulo = 640 km
Ouro Preto = 49 km





terça-feira, 20 de novembro de 2012

Ouro Preto - Parte II

Depois de um longo período, aqui estou novamente para contar mais uma parte de meu passeio pelas "Gerais"!
Monumento à Tiradentes. Museu da Inconfidência. Casarios. As pontes têm uma cruz de pedra para proteger a travessia e compõem o maior conjunto de pontes tombadas pelo IPHAN.











Igreja Nossa Senhora do Pilar - O destaque está em seu interior. Há uma impressionante quantidade de imagens e enfeites talhados em madeira e folheados a ouro, tudo no estilo. 
Detalhe do Museu dos Inconfidentes. 
Ruas de Ouro Preto. 
Casas e Vista do Museu de Mineralogia 



 A Dona Fátima, do Garapinha - "Queijos e Doces Caseiros" deu as dicas de como armazenar os queijos:
- Não colocar em queijeiras. Os queijos precisam respirar e as queijeiras facilitam a proliferação de bactérias, portanto, di
minui o tempo de durabilidade.
- Guardar os queijos, preferencialmente em pé, mesmo depois de cortados e envoltos em pano de prato limpo. Se for dentro da geladeira, o pano de prato deve estar úmido para não ressecar o queijo. Se for fora da geladeira, o pano de prato deve estar seco.
- Lavar os queijos a cada dois dias.
Aqui, os doces gigantes vendidos por quilo, são doces saborosíssimos de goiaba, abóbora, banana, leite...







Restaurante "O Passo", bonito, com linda vista, belo terraço, delicioso pastel de angu e uma respeitável variedade de cervejas
Instalado em uma casa do séc. XVIII, no Centro Histórico de Ouro Preto, possui vários ambientes e uma adega completa (mais de 700 garrafas). Oferece o que há de melhor da comida italiana, com uma variedade de massas, saladas, pães e entradas, petiscos e sobremesas.Imperdível!!!
Querem a receita do pastel de angu? Só conto na próxima, ok? 


O Passo Pizza Jazz 
Endereço: Rua São José, 56 - Centro
Telefone /Fax : (31) 3552 5089 / 3552-3716







Nosso fantástico guia: Pedro (31) 85027488/ 35514904

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Ouro Preto - Parte I

História:

Ouro Preto nasceu sob o nome de Vila Rica, como resultado da aventura da colonização do interior brasileiro, que ocorreu no final do século XVII. Em 1698, saindo de Taubaté, São Paulo, a bandeira chefiada por Antônio Dias descortina o Itacolomi do alto da Serra do Ouro Preto, onde implanta a capela de São João. Ali, tem início o povoamento intenso do Vale do Tripui que, trinta anos depois, já possuía perto de 40 mil pessoas em mineração desordenada e sob a louca corrida pelo ouro de aluvião. Em 1711, dá-se o conflito emboaba, luta pela conquista de terras entre paulistas, portugueses e baianos. O Conde de Assumar, D. Pedro de Almeida, luta para implantar em Vila Rica a cobrança do quinto, devido à Coroa e assumir o comando do território, fazendo de Felipe dos Santos sua primeira vítima, em 1720. Vila Rica cresce e exaure-se o ouro, mas cria uma civilização ímpar, com esplendor nas artes, nas letras e na política. A Inconfidência Mineira é o apogeu do pensamento político e faz mártires entre padres, militares, poetas e servidores públicos, liderados por Tiradentes.
Com a Independência, recebe o nome de Ouro Preto e torna-se a capital de Minas até 1897. É instituída Patrimônio da Memória Nacional a partir de 1933 e tombada pelo IPHAN em 1938. Em 1980 é considerado Patrimônio Cultural da Humanidade, pela UNESCO. O surgimento e apogeu da arte colonial em Minas Gerais - barroco mineiro - é um fenômeno inteiramente ligado à exploração do ouro, acontecido no século XVIII, que veio criar uma cultura dotada de características peculiares e uma singular visão do mundo. A medida que se expandia a atividade mineradora, o barroco explodia na riqueza de suas formas, na pompa e no fausto de suas solenidades religiosas e festas públicas, vindo marcar, de maneira definitiva, a sociedade que se constituiu na região. 

Distâncias:
Belo Horizonte: 98 km
Rio de Janeiro: 467 km
São Paulo: 745 km 


Localizada no centro histórico da cidade de Ouro Preto, a Pousada do Mondego oferece apartamentos e suítes com formatos bem diferenciados. Através de janelas de variados recortes, uma delas, reprodução das seteiras medievais, obtém-se várias vistas da cidade. Sua posição dentro do conjunto monumental e histórico se mostra privilegiada. Situa-se próxima da grande maioria dos principais pontos turísticos: Igreja de São Francisco de Assis, considerada a obra-prima das construções religiosas do período colonial brasileiro, de autoria do “Aleijadinho”; Santuário de Nossa Senhora da Conceição; Praça Tiradentes, (onde se encontram os Museus de Mineralogia, de Ciência e Técnica, da Inconfidência e do Oratório) e a Casa da Ópera, (considerada como o mais antigo teatro das Américas em funcionamento), entre outros monumentos, que estão no entorno da pousada. Residência da família do Jornalista Theódulo Pereira e de sua esposa Conceição Marchetti Pereira por quase meio século, sua restauração e transformação durou quatorze anos. Os proprietários da Pousada do Mondego são membros fundadores da Roteiros de Charme - Associação de Hotéis  uma nova proposta turística que sugere a descoberta do Brasil através de uma hotelaria de qualidade e por caminhos que contam a história do País.
A pousada conta ainda, com importante acervo de obras de artistas como: Marquetti, Inimá de Paula, Wilde Lacerda, Haydêa, Annamélia, Scliar, Guignard, Visconti e Aleijadinho e seu mobiliário inclui tanto peças autênticas dos períodos Colonial e Império como também, réplicas de época.
O lugar é lindo e privilegiado! 
Largo de Coimbra, 38 - Ouro Preto, MG - Brasil
Tel: (31) 3551 2040

Fonte: www.mondego.com.br

Bené da Flauta Restaurante e Café fica em um sobrado colonial, no centro histórico de Ouro Preto. Além das delícias do cardápio, o principal tempero está ao seu redor. Enquanto você almoça, janta ou toma um simples café, é possível vislumbrar a obra-prima de Aleijadinho: a portada da igreja São Francisco de Assis. Olhando para a frente, tem-se a imperdível vista do Antônio Dias, da Rua dos Paulistas, da casa de Scliar. Volte-se para a esquerda, está lá a igreja de Santa Efigênia. Mas embaixo, a capela das Dores; nos fundos, a Mercês de Baixo, ao longe, o Itacolomi.




Bené da Flauta, como foi conhecido e hoje é lembrado com muita saudade, morava no Morro da Queimada numa “cafuá” com sua irmã. Sua arte se limitava às mais criativas invenções musicais. Animador dos primeiros Festivais de Inverno da cidade de Ouro Preto, ele chamava a atenção por ser o artista e a obra. Alegrava os turistas e a quem mais pudesse ouvir o som das suas flautas e sentir toda a pureza e genialidade do homem que partia de um pedaço de cana ou bambu para fabricar seus instrumentos  musicais. 

“Assim sim, mas assim também não. Essa vida é mesmo assim, quem é muito no começo, chora saudades no fim”.
(Bené da Flauta)
Fonte:www.benedaflauta.com.br


Feijão Tropeiro (aqui tem), Frango Recheado, Purê de Abóbora com Ensopadinho de Carne Seca, tudo lá no Bene da Flauta!

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Alambiques Alferes e Coronel Xavier Chaves


Fomos visitar dois alambiques, um bem recente, com instalações modernas e o outro, conhecido como o mais antigo do Brasil.
Cachaça Alferes
Visitamos o alambique que produz a cachaça Alferes. Localizado na fazenda Santa Ana, próximo ao trevo de Tiradentes, a cachaça é produzida artesanalmente dentro dos mais rígidos padrões de qualidade e respeito ao meio ambiente. Acompanhamos todo o processo de produção da cachaça e fiz (meu marido não provou) uma degustação da bebida que é um símbolo nacional. 
Envelhecida em tonéis de carvalho, com selo de controle de qualidade total do IMA, órgão de MG que atesta a qualidade dos produtos.
Média de produção anual: 5000 l.
Tipos:
OURO - tonéis de carvalho -  700 ml
aroma delicioso, leve
JEQUITIBÁ 500  ml - mais seca, mais clara e leve.
CASTANHEIRA  500 ml - mais forte, amarela

Coronel Xavier Chaves
Inserida dentro dos circuitos Estrada Real e Trilha dos Inconfidentes, se destaca por ser uma das cidades mais tranquilas e acolhedoras da região.
Seu cartão postal, a Igrejinha de Nossa Senhora do Rosário, em estilo barroco jesuítico, foi construída de pedra pelos escravos, por volta de 1717.
Duas atrações são imperdíveis: o sobrado construído por Coronel Xavier e o engenho Boa Vista, que produz a cristalina desde o Século XVIII e é considerado pela Embratur, o mais antigo do Brasil em funcionamento. Pertenceu ao irmão mais velho de Tiradentes, o Padre Domingos da Silva Xavier e produz excelente cachaça do mesmo modo que há 250 anos atrás. O engenho foi construído em 1755 e, desde então, nunca parou de produzir cachaça artesanal de boa qualidade.
Hoje, propriedade de Rubens Chaves (na foto abaixo), que está com o engenho há 20 anos dando continuidade ao negócio da produção de cachaça, no qual a família está envolvida há sete gerações.

O Sr. Rubens diz que não tem uma destilaria, tem um museu que funciona como destilaria. E faz questão de dizer que sua cachaça não é envelhecida em barris de madeira. "Minha cachaça é cristalina, não tem vergonha de ser cachaça". Na alambicagem, são aproveitados apenas 130 litros de cada 1.000 litros do mosto da cana. Ou seja, só a parte mais nobre da cachaça.
 O envelhecimento se dá nas garrafas, e o visitante pode comprar cachaças engarrafadas há 20 anos. Para a produção dos 20 mil litros anuais da Século XVIII, Sr. Rubens usa cana orgânica da própria fazenda. A Século XVIII só é vendida no próprio engenho ou na Pousada Sobrado. As visitas devem ser marcadas, mas não conseguimos contato, arriscamos e tanto seu filho como o próprio Sr Rubens nos receberam atenciosamente. 
Sr Rubens é casado com D. Cida Chaves, que eu soube ser uma cozinheira de mão cheia, pesquisadora da comida regional brasileira, especialmente a culinária mineira do século XIX. D. Cida é paulista, mas morou em Minas por 50 anos, infelizmente não pudemos conhecê-la, pois estava ausente. O visitante pode também aproveitar o passeio e se hospedar na Pousada Sobrado, casarão centenário do início do século XX, reformado pelo casal para servir de moradia e hospedagem aos visitantes. São apenas seis quartos bem decorados, num ambiente cheio de verdadeiras relíquias.

A cachaça Santo Grau Coronel Xavier Chaves é produzida no engenho. Ela permanece de seis meses a um ano em tanques de pedra parafinados e subterrâneos. Seu aroma remete aos canaviais de antigamente e seu sabor começa vigoroso e depois torna-se quase doce, preenchendo a boca. Perfeita pura e deliciosa em uma caipirinha tradicional de limão.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Na Estrada Real


São João Del-Rei
Chafariz da Legalidade, Ponte, Piso "pé-de-moleque", Limpador de botas na entrada da Igreja, Pelourinho, Solar dos Neves
Curiosidades: 
As pedras do chão são chamadas de pé-de-moleque e os mineiros nos contam duas versões: a primeira conta que as senhoras preparavam os doces e colocavam nas janelas para secar. As crianças acabavam pegando os doces sem pedir e as senhoras diziam "pede moleque, pede"!
A segunda versão conta que os escravos meninos caminhavam pelas ruas descalços e assim seus pés enchiam de bolhas, daí o nome do doce "pé-de-moleque".

Mais uma curiosidade: diferença entre solar e sobrado
Solar = só lar
Sobrado = comércio embaixo e residência em cima.
Fundada no início do século XVIII, é dona de um dos mais belos patrimônios históricos e culturais do estado. Entre tantos, ganham destaque a Igreja de São Francisco de Assis com suas palmeiras imperiais, a Catedral Basílica de Nossa Senhora do Pilar, Igreja do Rosário, Igreja de Nossa Senhora do Carmo, Rua Santo Antônio, Rua Direita, Ponte da Cadeia, Prefeitura, Museu Regional e o complexo da estação ferroviária, que guarda relíquias que fazem parte da história ferroviária do Brasil. A Maria Fumaça que circula Sexta, Sábado, Domingo e Feriados até Tiradentes tem horário de saída às 10 e 15 Horas. A terra onde os sinos falam guarda a tradição musical em suas orquestras bicentenárias (Lira Sanjoanense, Ribeiro Bastos) além a do artesanato em estanho, sendo a única cidade do mundo a utilizar este metal para a produção de artefatos domésticos.
Detalhes da Catedral em ouro
Curiosidades: 
Casas com "eira e beira" (2 beirais), geralmente eram usados por pessoas de muitas posses. Daí o ditado: "fulano não tem eira nem beira", ou seja, não tem posses.

Outro ditado: "Feito nas coxas", contam que as escravas moldavam as telhas em suas coxas, algumas mais grossas, outras mais finas, portanto, não eram do mesmo tamanho, daí o ditado, ou seja, feito de qualquer maneira, sem capricho. (mas isso não significa que as escravas não eram caprichosas, hein!)
Fabricação de Estanho
Curiosidade: Para dar ao estanho aquele ar envelhecido, é usada uma mistura de:
25 l de água
1,5 l de ácido nítrico
1/2 l de ácido sulfúrico
600 g de sulfato de cobre
e, acreditem!!! 3 cervejas Antárticas (tem que ser Antártica)

Nosso guia em São João: Sebastião Avelino da Silva - Tel: (32) 9953 6314


Prados
Segundo a tradição local, as origens do antigo arraial de N. S. da Conceição dos Prados remontam do ano de 1704, quando se descobriu ouro naquela região e se construiu uma pequena capela. As principais atrações ficam por conta da Igreja Matriz, os belos casarões coloniais, a tradição musical através da Lira Ceciliana e o rico e variado artesanato em couro e Madeira.

Santa Cruz de Minas
Considerado um dos menores municípios do Brasil e inserida no Circuito Estrada Real, Santa Cruz de Minas tem em seu artesanato grande variedade de artistas nas áreas de pintura, cerâmica, madeira, estanhos e outros. Possui variada comida típica mineira além de ótimas hospedagens. Seus atrativos naturais são indispensáveis de serem visitados como a cachoeira do bom despacho que possui fácil acesso pela estrada real.
uol
Resende Costa
O Arraial da Laje, originário de um rancho de tropeiros, ganharia uma capela em homenagem a Nossa Senhora da Penha de França no século XVIII, em torno da qual se desenvolveu.
Lá nasceu e viveu José de Resende Costa Filho. Descendente de uma das famílias pioneiras do local, participou da Conjuração Mineira e deu nome à cidade criada em 1912.
Resende Costa é uma cidade que concentra grande quantidade de lojas que produzem e vendem artesanato têxtil. A cidade fica próxima a São João del Rei e Tiradentes, em Minas Gerais.

Lagoa Dourada
Lagoa Dourada, que tem sua fundação ligada ao descobrimento do ouro pelo bandeirante Oliveira Leitão em 1625, se tornou conhecida como “a capital do rocambole”. São muitos os pontos que vendem o doce, que pode ser encontrado em diversos sabores: além do tradicional, recheado com doce de leite, há a opção de goiabada, chocolate, e doce de leite com coco, ameixa, ou maracujá.
Mas afinal, como a cidade se tornou conhecida com a capital do rocambole?
A história começa com um descendente de imigrantes libaneses, o senhor Miguel Youssef. Depois de se casar com a lagoense Dolores de Mello, decidiu montar um botequim em Lagoa Dourada. Uma vez por semana, Miguel fazia um rocambole que era vendido como sobremesa.
Anos depois, seus filhos assumiram o bar. Um deles, Paulo Miguel, que morava em São Paulo e não participava dos negócios, veio visitar seus irmãos e os encontrou em dificuldades financeiras. Paulo Miguel largou o emprego na capital paulista e investiu no botequim: criou o “Bar e Hotel Glória”. Nessa época, o rocambole ainda era apenas um dos doces vendidos no bar, localizado numa esquina que servia como parada de ônibus interestaduais. Em 1965, Paulo Miguel criou uma caixa para que o viajante pudesse levar o rocambole junto de si. Com isso houve o aumento da demanda. Em 1975, com 45 anos de idade, Paulo Miguel sofreu um infarto. Com seu falecimento, os negócios entraram em decadência. A solução encontrada pela viúva Simone foi vender o bar.
Em 1981, Simone conseguiu levantar um capital e abriu o “Bar e Restaurante Rocambole”. Dois anos depois, um de seus filhos, Ricardo Youssef do Líbano, assumiu os negócios. Seu primeiro passo foi colocar várias placas pelas estradas de acesso a cidade, anunciando “o Legítimo Rocambole” de Lagoa Dourada. A idéia foi um sucesso. Turistas passaram a parar para comprar o doce. Tudo ia a mil maravilhas. Mas um acidente mudou novamente o rumo dos negócios.
Em 1996, Ricardo foi atingido por uma descarga elétrica durante uma tempestade, falecendo com 33 anos de idade. Com muita força e dedicação, Marise, sua esposa, continuou adiante o negócio iniciado gerações antes. Hoje, é ela a responsável em preservar a tradição do “Legítimo Rocambole” de Lagoa Dourada.
Na verdade, achei os recheios um pouco doces. Ficam bem melhores depois de gelados, e os melhores recheios são de goiabada e doce de leite. 
A receita da massa do rocambole, logo mais, ok?

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Bichinho



O distrito de Vitoriano Veloso (Bichinho) pertence a cidade de Prados desde 1938, e é conhecido também pelo sugestivo nome de “Bichinho”, um povoado que se formou com a descoberta de ricas lavras de ouro nos princípios do século XVIII. O nome atual é uma homenagem ao inconfidente Vitoriano Gonçalves Veloso, negro, escravo alforriado e alfaiate que nasceu e viveu na região. Ele era vizinho e compadre de D. Hipólita, a única mulher a participar ativamente no movimento revolucionário (Inconfidência). A Igreja de Nossa Senhora da Penha revela as origens setecentistas do distrito. Hoje, o povoado é uma seqüência de casas antigas que servem tanto como residências quanto como oficinas, ateliês, lojas de artesanatos. Sem falar na produção artesanal de doces, tradição que é passada de geração em geração. Bichinho se orgulha de ser uma das grandes concentrações de artesãos do Circuito Trilha dos Inconfidentes. A criatividade e simplicidade desses artesãos chamam a atenção dos visitantes. As peças e pinturas nascem do aproveitamento de material de demolição, madeira, ferro, lata, plásticos e tecidos de algodão. A qualidade das peças é que garantem as exportações para vários estados do país e até para o exterior. Móveis, telas, bordados, fuxicos, crochês, tapetes, esculturas e adornos em geral estão por toda a parte. O histórico povoado fica a 7 km de Tiradentes, com acesso pela estrada de terra que liga esta cidade a Prados (12km) e que proporciona um visual encantador da Serra de São José.

Bem no meio da fazenda à 10 minutos do centro de Tiradentes, num ambiente rústico com a  vista panorâmica da Serra de São José, encontra-se o premiadíssimo restaurante Pau de Angu. A paisagem é linda, muito tranquila e o restaurante é decorado com inúmeros objetos originais. Fica no marco 3 na Estrada Real para Bichinho.  Tel:(32) 9948 1692
- Detalhes do Restaurante Pau de Angu
- O fogão à lenha, 
- Ao fundo,a proprietária do restaurante, Dona Leo preparando torresmos
- Parte do cardápio: Frango Preguento= com pouco molho, Frango Olinto Diniz = com muito molho, Figueiredo = na chapa com batatas, em homenagem ao falecido marido
- E por fim, o Mineirinho = um mix de carnes de porco com batatas, arroz, couve, tutu e tropeiro. Acuda!!!!!
Na Oficina de Agosto, os irmãos e parceiros Antônio Carlos Bech, o Toti, e Sonia Bech Vitaliano, trabalham juntos na idéia de recuperar o artesanato brasileiro e torná-lo um meio de subsistência das pessoas.Os produtos são artesanais criados e executados por mãos habilidosas, com materiais reciclados, atendendo ao gosto de arquitetos, decoradores e de pessoas que procuram não só uma peça para decoração mas algo único e sofisticado.  
Lojas: 
Minas Gerais
Vilarejo do Bichinho
R. São Sebastião, 107
Sul de Minas Gerais – Município de Prados 15 Minutos da cidade de Tiradentes.
Horário de fucionamento: Segunda à Sabado das 10h às 17h. Domingo das 10h às 15h
Tel:(32) 3353-7081

E em São Paulo: 
Vila Madalena 
R. Harmonia, 243. Estacionamento no local.
Horário de fucionamento: Segunda à Sexta-feira das 10h às 19h.
Sábado das 10h às 16h.
Tel: (11) 3031-6169 - (11) 3032-1198

Casa das Casinhas, da Adriana e do Juliano, super criativo, um charme! Rua São Bento, 210. 
Tel: (32) 3353 7258
Loja Ponto e Nó, mais conhecida como "Fuxico da Carmen" e olha ela aí na foto! É só perguntar que todos sabem onde é, mas aqui vai o endereço: Rua Moisés Pinto de Souza, 26
Tel: (32) 3353 7017
Cida Guimarães
Rua Silvério Jaques, 606
(32) 3353.7127  /  3353.7220
O Restaurante Tempero da Ângela ocupa uma ampla área, cercada por verde e com vista parcial para a Serra de São José. O ambiente é bem rústico e o tempero da Ângela é uma delícia!!! 
Rua Dep. José Bonifácio Filho, 64. Tel: (32) 3353 7010
E na última foto, a melhor goiabada que já provei! Fica do outro lado da rua, bem pertinho da Ângela, não dá para perder, uai!!!

Contado pelos mineiros, fiquei sabendo que:
UAIUnião, Amor, Inconfidência, ou
          Uma Amizade Inesquecível!!!
Não é demais!!!!!!!!!!!!!