segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Ouro Preto - Parte I

História:

Ouro Preto nasceu sob o nome de Vila Rica, como resultado da aventura da colonização do interior brasileiro, que ocorreu no final do século XVII. Em 1698, saindo de Taubaté, São Paulo, a bandeira chefiada por Antônio Dias descortina o Itacolomi do alto da Serra do Ouro Preto, onde implanta a capela de São João. Ali, tem início o povoamento intenso do Vale do Tripui que, trinta anos depois, já possuía perto de 40 mil pessoas em mineração desordenada e sob a louca corrida pelo ouro de aluvião. Em 1711, dá-se o conflito emboaba, luta pela conquista de terras entre paulistas, portugueses e baianos. O Conde de Assumar, D. Pedro de Almeida, luta para implantar em Vila Rica a cobrança do quinto, devido à Coroa e assumir o comando do território, fazendo de Felipe dos Santos sua primeira vítima, em 1720. Vila Rica cresce e exaure-se o ouro, mas cria uma civilização ímpar, com esplendor nas artes, nas letras e na política. A Inconfidência Mineira é o apogeu do pensamento político e faz mártires entre padres, militares, poetas e servidores públicos, liderados por Tiradentes.
Com a Independência, recebe o nome de Ouro Preto e torna-se a capital de Minas até 1897. É instituída Patrimônio da Memória Nacional a partir de 1933 e tombada pelo IPHAN em 1938. Em 1980 é considerado Patrimônio Cultural da Humanidade, pela UNESCO. O surgimento e apogeu da arte colonial em Minas Gerais - barroco mineiro - é um fenômeno inteiramente ligado à exploração do ouro, acontecido no século XVIII, que veio criar uma cultura dotada de características peculiares e uma singular visão do mundo. A medida que se expandia a atividade mineradora, o barroco explodia na riqueza de suas formas, na pompa e no fausto de suas solenidades religiosas e festas públicas, vindo marcar, de maneira definitiva, a sociedade que se constituiu na região. 

Distâncias:
Belo Horizonte: 98 km
Rio de Janeiro: 467 km
São Paulo: 745 km 


Localizada no centro histórico da cidade de Ouro Preto, a Pousada do Mondego oferece apartamentos e suítes com formatos bem diferenciados. Através de janelas de variados recortes, uma delas, reprodução das seteiras medievais, obtém-se várias vistas da cidade. Sua posição dentro do conjunto monumental e histórico se mostra privilegiada. Situa-se próxima da grande maioria dos principais pontos turísticos: Igreja de São Francisco de Assis, considerada a obra-prima das construções religiosas do período colonial brasileiro, de autoria do “Aleijadinho”; Santuário de Nossa Senhora da Conceição; Praça Tiradentes, (onde se encontram os Museus de Mineralogia, de Ciência e Técnica, da Inconfidência e do Oratório) e a Casa da Ópera, (considerada como o mais antigo teatro das Américas em funcionamento), entre outros monumentos, que estão no entorno da pousada. Residência da família do Jornalista Theódulo Pereira e de sua esposa Conceição Marchetti Pereira por quase meio século, sua restauração e transformação durou quatorze anos. Os proprietários da Pousada do Mondego são membros fundadores da Roteiros de Charme - Associação de Hotéis  uma nova proposta turística que sugere a descoberta do Brasil através de uma hotelaria de qualidade e por caminhos que contam a história do País.
A pousada conta ainda, com importante acervo de obras de artistas como: Marquetti, Inimá de Paula, Wilde Lacerda, Haydêa, Annamélia, Scliar, Guignard, Visconti e Aleijadinho e seu mobiliário inclui tanto peças autênticas dos períodos Colonial e Império como também, réplicas de época.
O lugar é lindo e privilegiado! 
Largo de Coimbra, 38 - Ouro Preto, MG - Brasil
Tel: (31) 3551 2040

Fonte: www.mondego.com.br

Bené da Flauta Restaurante e Café fica em um sobrado colonial, no centro histórico de Ouro Preto. Além das delícias do cardápio, o principal tempero está ao seu redor. Enquanto você almoça, janta ou toma um simples café, é possível vislumbrar a obra-prima de Aleijadinho: a portada da igreja São Francisco de Assis. Olhando para a frente, tem-se a imperdível vista do Antônio Dias, da Rua dos Paulistas, da casa de Scliar. Volte-se para a esquerda, está lá a igreja de Santa Efigênia. Mas embaixo, a capela das Dores; nos fundos, a Mercês de Baixo, ao longe, o Itacolomi.




Bené da Flauta, como foi conhecido e hoje é lembrado com muita saudade, morava no Morro da Queimada numa “cafuá” com sua irmã. Sua arte se limitava às mais criativas invenções musicais. Animador dos primeiros Festivais de Inverno da cidade de Ouro Preto, ele chamava a atenção por ser o artista e a obra. Alegrava os turistas e a quem mais pudesse ouvir o som das suas flautas e sentir toda a pureza e genialidade do homem que partia de um pedaço de cana ou bambu para fabricar seus instrumentos  musicais. 

“Assim sim, mas assim também não. Essa vida é mesmo assim, quem é muito no começo, chora saudades no fim”.
(Bené da Flauta)
Fonte:www.benedaflauta.com.br


Feijão Tropeiro (aqui tem), Frango Recheado, Purê de Abóbora com Ensopadinho de Carne Seca, tudo lá no Bene da Flauta!

3 comentários:

  1. Ola,

    otimo blog ! sempre procuro coisas locais do Brasil, sobre o Brasil !

    Parabens

    Abraços

    CH

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  2. Me deu vontade de ir pra Minas Gerais, terra boa sempre!!
    Adoro seu blog!
    Abraço,
    Léia

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  3. Fotos boas demais. E a comida,você retrata bem o que tem de melhor aqui. deu vontade da carne seca, acredita?
    Mano

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